- A PSP pediu à Câmara do Porto reforçar o número de câmaras do sistema de videovigilância em Ramalde, tendo em conta a morfologia urbana e a localização de cada equipamento.
- O procedimento prevê lançamento de concurso público para instalar mais de cinquenta câmaras em quarenta e cinco localizações, com preço-base de 1,4 milhões de euros.
- Entre as zonas previstas estão a Zona Industrial, a Prelada, o Viso, os bairros de Ramalde e de Francos (incluindo a estação de metro) e a área da Rua Mota Pinto.
- A proposta segue para a reunião do Executivo na próxima terça-feira.
- O Porto conta atualmente com 196 câmaras de videovigilância, já abrangendo áreas como a Baixa, o Centro Histórico e outras zonas detidas no ano passado.
A PSP pediu à Câmara do Porto que o sistema de videovigilância em Ramalde tenha o número de câmaras reforçado, tendo em conta a morfologia urbana e a localização de cada equipamento. A indicação foi feita a 16 de janeiro e consta na proposta de lançamento do concurso público para a implementação das câmaras em Ramalde, que vai à reunião do Executivo na próxima terça-feira.
O preço-base é de 1,4 milhões de euros. O edital prevê a instalação de mais de 50 câmaras em 45 locais, incluindo a Zona Industrial, a Prelada, o Viso, os bairros de Ramalde e Francos, a estação de metro e a Rua Mota Pinto.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, mencionou em dezembro o estudo de alargamento da videovigilância a Ramalde e confirmou, em fevereiro, o avanço do processo. A afirmação ocorreu após reunião com a presidente da Junta de Ramalde, que apontou aumento da sensação de insegurança na freguesia.
Situação atual e next steps
Atualmente o Porto tem 196 câmaras distribuídas pelo concelho. A Baixa e o Centro Histórico foram os primeiros bairros com 79 câmaras. No ano passado houve expansão para Marechal Gomes da Costa, Pasteleira, Pinheiro Torres, Foz, Asprela, Campanhã, Terminal Intermodal e o Estádio do Dragão, totalizando 117 câmaras.
Localizações previstas para Ramalde
As propostas indicam localização em zonas-chave da freguesia e adjacências, com foco em áreas residenciais, comerciais e de mobilidade, para melhorar a cobertura e tempo de resposta. O concurso público será analisado pelo Executivo na próxima sessão.
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