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Férias relaxam os tutores, mas geram estresse nos animais

Férias relaxam os tutores, mas causam stress em cães e gatos, com sinais de ansiedade e desequilíbrio emocional que exige gestão ambiental e rotina

Médica veterinária deixa estratégias para diminuir a ansiedade dos animais domésticos em tempo de férias
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  • Férias provocam stress nos animais de companhia devido à mudança de ambiente, novas rotinas, viagens de carro, hotéis para animais e ausência dos donos; para os tutores é um período de descanso, para os animais, ansiedade.
  • Em gatos, os sinais de angústia incluem esconder-se mais, deixar de usar a caixa de areia, agressividade, higiene irregular e queda de apetite.
  • Em cães, a ansiedade pode manifestar-se por choramingar ou ladrar excessivamente, morder ou destruir objetos, fazer as necessidades dentro de casa, ficar extremamente inquietos, apresentar agressividade ou perda de apetite.
  • Medidas úteis: enriquecimento ambiental com brinquedos interativos e estímulos mentais, rotina de exercício físico regular e preparação para ausências (acostumar-se gradualmente, manter rotinas, levar objetos com cheiro do tutor, fazer viagens curtas de carro para ambientação).
  • Pode considerar-se o uso de produtos naturais para o ambiente, com valeriana e vetiver, em ambientadores ou sprays, que ajudam a reduzir stress sem sedar.

Durante as férias, a mudança de ambiente, rotinas e a ausência dos tutores podem gerar stress nos animais de companhia. Cães e gatos vivem a situação de forma diferente, segundo uma médica veterinária.

A especialista explica que as férias trazem novas informações para os animais, o que pode provocar desequilíbrio emocional. Mudanças de casa, hotéis para animais, viagens de carro e barulho intenso são fatores identificados.

Para além disso, é comum que a ansiedade se manifeste pela compreensão dos tutores como simples teimosias, o que dificulta a leitura dos sinais. A técnica de gestão passa pela prevenção e pela preparação.

Sinais em gatos e cães

Nos gatos, sinais incluem esconder-se, recusa à caixa de areia, agressividade, higiene irregular e queda no apetite. Nos cães, observa-se choramingar, destruição de objetos, micção fora do sítio e irritabilidade.

A veterinária sublinha estratégias para mitigar o stress: enriquecimento ambiental com brinquedos, exercícios regulares, uso de ambientadores com valeriana ou vetivere, e manter rotinas estáveis. Estas medidas ajudam a reduzir ansiedade sem sedação.

Para casos de menos ansiedade, recomenda-se adaptar o animal gradualmente à ausência, realizar viagens curtas de carro, deixar objetos com cheiro do tutor e facilitar o transporte do animal.

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