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OMS prevê fim do surto de hantavírus a 2 de julho, caso não surjam novos casos

OMS prevê anunciar fim do surto de hantavírus a 2 de julho, caso não haja novos casos entre os 54 em quarentena a bordo do navio Hondius

Tedros Adhanom Ghebreyesus, líder da OMS
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  • A OMS vai declarar o fim do surto de hantavírus no dia 2 de julho, caso não haja novos casos entre as 54 pessoas em quarentena.
  • O número de infecções manteve-se estável em treze durante várias semanas, com três mortes confirmadas.
  • Ao todo, sessenta e cinco centenas de contactos dos passageiros afetados foram identificados e monitorizados em trinta e três países.
  • O responsável da OMS agradeceu aos países pela ajuda, destacando a liderança de Espanha e do primeiro-ministro Pedro Sánchez.
  • O surto ocorreu a bordo do navio de cruzeiro Hondius, que partiu de Ushuaia a 1 de abril; parte dos passageiros e da tripulação desembarcaram nas Canárias e foram repatriados. A OMS continuará a investigar a origem do surto e do hantavírus.

A Organização Mundial de Saúde anunciou que, se não houver novos casos, declarará o fim do surto de hantavírus detetado a bordo do navio de cruzeiro Hondius em 2 de julho. Quarentena mantém-se para 54 pessoas, monitorizadas desde o início do surto.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que o número de infeções se manteve estável em 13 ao longo de várias semanas, com três mortes confirmadas até ao momento.

A OMS revelou ainda que, no total, 650 contactos de passageiros foram identificados e monitorizados em 33 países, num esforço de cooperação internacional. Espanha destacou-se pela liderança e solidariedade na resposta.

O Hondius partiu de Ushuaia a 1 de abril, no extremo sul da Argentina, para atravessar o Atlântico Sul com várias nacionalidades a bordo. Durante a viagem, registaram-se três óbitos e quatro casos de infeção. A embarcação teve parte da tripulação e passageiros repatriados para os seus países, com apoio da OMS e de autoridades espanholas.

Situação atual

A OMS vai continuar a investigar a origem do surto e do hantavírus, visando melhorar diagnósticos, tratamentos e vacinas, independentemente de o surto terminar ou não. O objetivo é evitar novas ocorrências futuras e aumentar a preparação global.

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