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Helicóptero de emergência médica de Loulé está inoperacional

Helicóptero de emergência médica de Loulé fica inoperacional por avaria técnica; equipa mantém resposta clínica com VMER em funcionamento permanente

Helicóptero de emergência médica de Loulé está inoperacional a partir desta terça-feira
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  • O helicóptero de emergência médica de Loulé está temporariamente inoperacional devido a uma avaria técnica identificada pelo operador, mantendo-se a equipa médica da base plenamente operacional com uma VMER.
  • O INEM afirma que o helicóptero, um Airbus H145, está dentro do período de garantia do fabricante, cabendo apenas a este realizar a intervenção necessária.
  • A GMAS explica que a avaria decorre de uma questão técnica inesperada e que a resolução depende do fabricante, com a aeronave ainda coberta pela garantia.
  • O serviço envolve quatro helicópteros nas bases de Loulé, Macedo de Cavaleiros, Viseu e Évora, operando 24 horas por dia desde 1 de novembro, num contrato adjudicado à GMAS por cerca de 77 milhões de euros.
  • O INEM vai aplicar penalidades contratuais, acompanhar o cumprimento do contrato e manter o fabrico sob vigilância, em contexto de controvérsia com o Tribunal de Contas e de ajustes diretos para evitar interrupções no transporte de doentes.

O helicóptero de emergência médica de Loulé encontra-se temporariamente inoperacional, anunciou o INEM. A equipa afetada a esta base do Algarve mantém-se plenamente operacional, assegurando socorro através de uma VMER. A avaria foi identificada pela GMAS.

O helicóptero, um Airbus H145 operado pela Gulf Med Aviation Services, sofreu uma falha técnica, segundo comunicado do operador. O INEM acompanha a situação de perto e exige a adoção de medidas para restabelecer a operacionalidade o mais rapidamente possível.

Segundo o INEM, o helicóptero é recente e ainda está dentro do período de garantia do fabricante. A GMAS acrescenta que apenas o fabricante pode resolver o problema, já que a aeronave continua coberta pela garantia.

Contexto contratual e impactos

A GMAS confirmou a incidência técnica que impede o uso da aeronave, lamentando a situação. A empresa afirma que o problema ocorreu com uma aeronave com menos de 100 horas de voo desde o início de operação.

O helicóptero de Loulé integra o grupo de quatro aeronaves que começaram a operar em pleno em 1 de novembro, cobrindo 24 horas por dia, sete dias por semana. Além de Loulé, estão previstas bases em Macedo de Cavaleiros, Viseu e Évora.

O concurso público internacional, atribuído à GMAS por cerca de 77 milhões de euros, previa a atividade integral já em julho, o que não ocorreu. O INEM chegou a ajustar diretamente com a GMAS, mas o Tribunal de Contas recusou o visto a esse contrato.

A GMAS considera que houve má-fé no processo, e já indicou a possibilidade de avançar com ação judicial contra o Estado. O INEM continua a monitorizar o cumprimento contratual e pretende restabelecer a capacidade aérea de emergência.

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