- O calor extremo pode agravar doenças crónicas, aumentando o risco de recorrer a urgências ou de morrer durante ondas de calor.
- A lista de doenças que podem piorar inclui esclerose múltipla, diabetes, problemas cardíacos, doenças respiratórias, renais, neurológicas, saúde mental, doenças autoimunes e infecciosas.
- A Organização Mundial da Saúde recomenda manter-se hidratado, evitar exposição direta ao sol e procurar ambientes frescos durante ondas de calor.
- A mudança climática tem aumentado a frequência e a intensidade das ondas de calor, tornando-se uma preocupação de saúde pública.
- Medidas de prevenção incluem manter-se hidratado, evitar atividades físicas intensas ao ar livre, usar roupas leves, procurar ambientes bem ventilados e consultar o médico para ajustar tratamentos durante ondas de calor.
Os dias de calor extremo, observados no final de Maio em Moscovo, dificultaram a vida de muitos. Para quem já vive com doenças, a exposição ao calor representa risco acrescido de complicações. A normalidade de temperatura no verão transforma-se num desafio de saúde pública.
Estudos indicam que pessoas com doenças crónicas têm maior probabilidade de recorrer a serviços de urgência ou de perder a vida durante ondas de calor. O aumento da temperatura global torna estes episódios mais frequentes e intensos, exigindo respostas rápidas e medidas de proteção eficazes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda precauções adicionais para quem convive com doenças crónicas, sobretudo manter a hidratação, evitar exposição direta ao sol e procurar espaços frescos. A adaptação climática é apresentada como prioridade para reduzir impactos na saúde.
Doenças afetadas pela onda de calor
A listagem a seguir identifica as condições associadas a maior vulnerabilidade durante períodos quentes:
- Esclerose Múltipla
- Diabetes
- Problemas cardíacos
- Doenças respiratórias
- Doenças renais
- Doenças neurológicas
- Doenças mentais
- Doenças autoimunes
- Doenças infecciosas
Para prevenir efeitos adversos, a OMS sugere manter-se hidratado, evitar atividades físicas intensas ao ar livre, vestir roupas leves e claras, procurar ambientes bem ventilados e frescos, evitar o sol nas horas mais quentes e consultar um médico para ajustar tratamentos durante ondas de calor.
Prevenção prática
As orientações indicam que adultos com doenças crónicas devem planear a exposição ao calor com antecedência. Garantir hidratação regular, suspender atividades cansativas em exterior e adaptar rotinas diárias são medidas simples, porém eficazes. Procurar assistência médica ao surgirem sintomas como fadiga, tontura ou confusão é essencial.
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