- A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo criou uma Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos para acompanhar doentes e famílias no domicílio, reforçando o Hospital de Tomar.
- A nova equipa integra o Serviço Integrado de Cuidados Paliativos sediado na unidade de Nossa Senhora da Graça, em Tomar, complementando a atividade existente.
- O foco é aliviar o sofrimento, controlar sintomas e prestar apoio emocional e social a doentes com doenças graves, oncológicas ou não, incluindo visitas domiciliárias programadas e não programadas.
- A atuação ocorre em estreita articulação com os cuidados de saúde primários de 11 concelhos, assegurando identificação precoce de necessidades e continuidade de cuidados.
- A equipa é multidisciplinar e visa expandir a cobertura territorial dos cuidados paliativos, mantendo os utentes em casa sempre que a solução clínica assim o justificar.
A ULS do Médio Tejo anunciou a criação de uma Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos. A nova equipa vai acompanhar doentes e famílias no domicílio, reforçando o acompanhamento especializado do Hospital de Tomar, na Nossa Senhora da Graça.
A equipa integra o Serviço Integrado de Cuidados Paliativos e complementa a atuação já existente da Equipa Intra-Hospitalar de Suporte, da Unidade de Internamento e da Consulta Externa de Cuidados Paliativos. A origem é o conjunto de unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas.
A valência permite estender, de forma estruturada, o acompanhamento especializado ao domicílio, trazendo os cuidados mais perto das pessoas com doenças graves ou em terminalidade. Inclui doenças oncológicas, neurológicas e demências em fases avançadas.
A intervenção centra-se no alívio do sofrimento, controlo de sintomas, apoio emocional e social. Abrange visitas domiciliárias programadas e não programadas, com apoio telefónico para manter os utentes em casa sempre que adequado clinicamente.
A ULS descreve a cooperação com os cuidados de saúde primários dos 11 concelhos da área de influência, visando identificar necessidades precocemente e assegurar continuidade de cuidados.
O diretor clínico para os Cuidados de Saúde Primários, Flávio Ribeiro, sublinha que a integração facilita acompanhar melhor, responder mais cedo e garantir o atendimento no local mais adequado, muitas vezes a casa do utente.
A equipa é multidisciplinar, envolvendo médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais especializados em cuidados paliativos, assegurando intervenção contínua.
Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração, afirma que a medida representa mais um passo na consolidação de um modelo centrado na pessoa e na família, com qualidade medida pelo alívio do sofrimento e dignidade.
A ULS Médio Tejo gere três hospitais e 35 unidades de cuidados primários, cobrindo 11 freguesias, e serve cerca de 170 mil utentes na região de Santarém e Castelo Branco.
Entre na conversa da comunidade