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Gonçalo Matias acusa atrasos do Novo Hospital de Lisboa e 164 milhões

Gonçalo Matias acusa o Tribunal de Contas de atrasar o Hospital de Lisboa por vistos prévios, gerando 164 milhões de euros em custos

Foto: Gerardo Santos
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  • Gonçalo Matias, presidente do Tribunal de Contas, afirma que o visto prévio atrasou o novo Hospital Oriental de Lisboa em vários anos e gerou custos adicionais de 164 milhões de euros.
  • Propõe uma reforma do sistema de fiscalização, incluindo a redução do poder de veto do Tribunal de Contas, para desbloquear investimentos públicos.
  • O atraso resulta do processo de aprovação do visto prévio, que, segundo ele, poderia ter sido mais célere.
  • Diz que a reforma é necessária para acelerar investimentos públicos e evitar prejuízos económicos.
  • O Hospital Oriental é uma infraestrutura importante para a região e o atraso tem impacto na prestação de cuidados de saúde.

Gonçalo Matias acusa o Tribunal de Contas de ter provocado anos de atraso e um custo adicional de 164 milhões de euros no novo Hospital Oriental de Lisboa. A denúncia foi feita durante a intervenção na Grande Conferência Anual DN. O foco é defender a reforma do visto prévio e reduzir os poderes de fiscalização para desbloquear investimento público.

Matias sustenta que o atraso resulta da necessidade de obter o visto prévio do Tribunal de Contas, o que prolonga prazos e aumenta custos. O responsável defende agilizar o processo e ajustar o sistema de fiscalização para acelerar projetos públicos essenciais.

Alega que o custo adicional de 164 milhões poderia ter sido evitado com um trâmite mais célere. Reforça que a reforma do visto prévio é uma prioridade para acelerar investimentos públicos e mitigar impactos negativos na prestação de serviços à população.

Contexto e impacto no serviço público

O Hospital Oriental de Lisboa é considerado uma infraestrutura de elevada importância para a região, com atraso a afetar a disponibilidade de cuidados de saúde. A proposta de reforma estrutural visa potenciar a eficiência na aprovação de projetos públicos.

Matias descreve a reforma do sistema de fiscalização como questão de prioridade nacional, que pode contribuir para o desenvolvimento económico e social do país. O objetivo é reduzir atrasos e custos desnecessários mantendo a fiabilidade dos processos.

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