- Uma falha informática a nível nacional impede o acesso aos processos clínicos, prescrição de medicamentos e requisição de exames nos cuidados de saúde primários.
- O problema começou por volta das 08h50, segundo o Sindicato Independente dos Médicos (SIM).
- Profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros e assistentes técnicos, não conseguem consultar antecedentes, prescrever fármacos ou requisitar exames.
- Os serviços administrativos também são afetados, limitando a atividade nas unidades de cuidados de saúde primários.
- Nos hospitais, os constrangimentos verificam-se em sistemas dependentes de ligação à internet.
Uma falha informática está a paralisar os cuidados de saúde primários em todo o país, impedindo o acesso aos processos clínicos dos utentes, à prescrição de medicamentos e à requisição de exames, alertou esta sexta-feira o Sindicato Independente dos Médicos (SIM).
Segundo o secretário regional do Norte do SIM, Hugo Cadavez, a interrupção dos sistemas informáticos começou por volta das 08h50 e tem causado constrangimentos significativos na atividade dos centros de saúde. Os profissionais não conseguem consultar processos, aceder aos antecedentes clínicos, prescrever medicamentos ou requisitar exames.
A crise afeta médicos, enfermeiros e assistentes técnicos, incluindo os serviços administrativos das unidades de cuidados de saúde primários. Nos hospitais, os constrangimentos verificam-se nos sistemas que dependem de ligação à Internet.
Impacto nos serviços de saúde
Os centros de saúde relatam dificuldades na gestão de consultas, prescrições e encaminhamentos, o que pode atrasar atendimento aos utentes.
— Fonte: Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e agência Lusa.
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