- A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) ordenou a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado do produto Calmidine, indicado para alívio de queimaduras superficiais, escaldões e irritações cutâneas.
- A decisão decorre de uma fiscalização no mercado nacional, concluindo que o produto está indevidamente qualificado como cosmético.
- O Calmidine, produzido pela MedNet GmbH, sediada na Alemanha, não cumpre os requisitos regulamentares do Regulamento sobre produtos cosméticos da União Europeia.
- O Infarmed apela às entidades que possuam o produto para não o disponibilizarem nem utilizarem.
- Os consumidores que possuam o produto devem evitar o seu uso.
O Infarmed ordenou a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado do Calmidine, produto indicado para o alívio de queimaduras superficiais, escaldões e irritações cutâneas, por estar indevidamente qualificado como produto cosmético. A medida resulta de uma fiscalização realizada no mercado nacional.
A autoridade concluiu que o produto Calmidine se encontra indevidamente qualificado do ponto de vista regulamentar enquanto cosmético, não cumprindo os requisitos estabelecidos pelo Regulamento da UE sobre cosméticos. O Infarmed emitiu a decisão numa circular disponível no seu site.
O Calmidine pertence à empresa MedNet GmbH, sediada na Alemanha. A circular informa que o produto não deve ser qualificado como cosmético, dada a não conformidade regulatória identificada. O Infarmed apela às entidades que possuam o produto para não o disponibilizar nem utilizar.
Quem tenha o Calmidine deve abster-se de o usar, segundo a autoridade. O Infarmed reforça ainda o apelo aos consumidores para não utilizarem o produto, até nova comunicação. A fiscalização continuará a acompanhar o cumprimento da medida.
Medidas adotadas pelo Infarmed
A circular detalha que a retirada do mercado decorre de incumprimentos regulamentares relevantes. O objetivo é evitar a distribuição de um item utilizado para pele que não está classificado de forma apropriada. A autoridade mantém o acompanhamento técnico para evitar riscos à saúde pública.
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