- A ministra da Saúde afirmou no Parlamento que a reforma do SNS, que criou as ULS, tem resultados financeiros negativos mas deve equilibrar-se até ao final da legislatura.
- Ana Paula Martins criticou o anterior director executivo, dizendo que “bateu com a porta porque quis” e não assumiu as consequências da reforma.
- A ministra garantiu que haverá contas certas até 2029.
- Foi anunciado que a taxa para o INEM via seguros não vai aumentar.
- O debate na audição regimental incluiu trocadilhos com bandas desenhadas e referências ao cinema e à música.
A ministra da Saúde disse no Parlamento que a reforma do SNS, que criou as ULS, apresenta resultados financeiros negativos, mas deverá equilibrar-se até ao final da legislatura. A afirmação seguiu-se a uma audição regimental marcada por críticas à gestão da reforma.
Ana Paula Martins acusou o anterior director executivo do SNS de ter “batido com a porta” por opção própria, sem assumir as consequências da reforma. As declarações reforçam o tom de controlo político sobre a implementação do novo modelo.
A ministra garantiu que haverá contas certas até 2029 e afirmou que a taxa para o INEM, via seguros, não vai aumentar. O objetivo é manter a sustentabilidade financeira do sistema, segundo o governo.
Situação Financeira da Reforma
Relatos no Parlamento indicam custos iniciais elevados com a transição para as ULS, enquanto o modelo se ajusta ao longo do tempo. A avaliação oficial aponta para um caminho de equilíbrio gradual.
As críticas à gestão anterior e a defesa do novo modelo ocorreram numa sessão com tom objetivo, ainda que carregada de ironia entre intervenientes. A comunicação pretende esclarecer responsabilidades na condução da reformulação.
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