- Milhares de anos após a morte, os micróbios do homem do gelo, Otzi, parecem ganhar vida através de estudos recentes.
- Um investigador analisa a mão mumificada de Otzi no âmbito de um estudo sobre o microbioma.
- O estudo, intitulado “O microbioma do homem do gelo: revelando milénios de diversidade e continuidade microbianas”, foi publicado na revista Microbiome.
- A pesquisa aborda a diversidade microbiana e a continuidade ao longo de milénios no corpo preservado.
- O objetivo é entender como o microbioma evoluiu desde a pré-história até aos dias de hoje.
Milhares de anos depois de morrer, Otzi, o homem do gelo, volta a ganhar presença científica através dos micróbios do seu corpo.
Um estudo intitulado O microbioma do homem do gelo: revelando milénios de diversidade e continuidade microbianas foi publicado na revista Microbiome.
Os investigadores analisaram a mão mumificada de Otzi para compreender como as comunidades microbianas permaneceram preservadas e, em certos aspetos, voltaram a estar ativas.
Detalhes do estudo
A pesquisa aponta uma diversidade de micróbios e pistas sobre a preservação do material biológico ao longo de milénios, contribuindo para a compreensão da relação entre o corpo humano e o seu microbioma ao longo da história.
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