A temporada quente traz petiscos típicos, mas também alergias que se intensificam no verão. Em Portugal, pêssegos, melão, melancia, camarão e caracóis aparecem com mais frequência como responsáveis por reações alérgicas. Especialistas explicam os mecanismos e os sinais a vigiar.
A alergia a pêssegos é real e comum, associada a uma proteína presente na casca. Outras frutas de verão, como melão e melancia, podem provocar reações em alérgias a pólen. Os sintomas variam desde coceiras a inchaços na boca ou garganta.
A proteína presente em mariscos pode causar alergias mesmo quando cozinhados. Camarão é um dos mais consumidos e pode desencadear respostas alérgicas graves. Outros crustáceos, bivalves e até caracóis contêm a mesma proteína causando efeitos variados.
Alergias frequentes e como identificar
Alergias alimentares surgem em várias fases da vida, inclusive na adolescência ou na idade adulta. Factores genéticos, ambientais e hormonais podem influenciar o aparecimento. A diversidade de microrganismos na infância também é relevante.
Para evitar contaminações, é essencial ler rótulos e informar restaurantes sobre alergias. Não partilhar talheres ou copos com quem tem alergias é uma prática recomendada, assim como manter familiares informados.
Medidas de prevenção e resposta
O arsenal de um alérgico inclui planeamento de medicação de emergência, como anti-histamínicos ou corticóides, e, em casos graves, uma caneta de adrenalina. Aconselha-se praticar comportamentos seguros e ter um plano de ação já definido.
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