- A ausência da ministra da Saúde num debate sobre o plano de emergência e transformação do Governo foi criticada, ocorrendo à mesma hora do Conselho de Ministros.
- O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou que “quem define presenças do Governo é o próprio Governo”.
- O Partido Socialista (PS) e o Partido Social Democrata (PSD) trocam acusações sobre o falhanço do executivo na área da saúde.
- O PS acusa o governo de falhanço generalizado; o PSD aponta para o descaramento da bancada do lado oposto.
- A Iniciativa Liberal (IL), o Chega e o CDS também criticam a estratégia da Área de Governo para a Saúde.
A ministra da Saúde não compareceu ao debate sobre o plano de emergência e transformação do Governo, marcado para o mesmo horário do Conselho de Ministros. A ausência foi criticada por deputados e partidos. O Governo não justificou a escolha de agenda, mantendo o foco na avaliação do plano em curso.
O debate contou com intervenções do PS e do PSD, que trocaram acusações sobre o que consideram falhas na gestão da Saúde. O PS descreveu o desempenho como generalizadamente falho, enquanto o PSD apontou descoordenção na liderança da pasta. Outros grupos, como IL, Chega e CDS, juntaram-se às críticas.
O ministro dos Assuntos Parlamentares disse que a determinação de presenças no Governo cabe ao próprio Executivo, destacando a natureza de agenda governamental. A discussão envolve o plano de emergência, que já reúne medidas anunciadas para remodelar o setor, com impactos ainda a avaliar para diferentes áreas da saúde.
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