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Teste genético pode acelerar tratamento do câncer da bexiga metastático

Estudo liderado por cientistas portugueses recomenda teste genético para acelerar o diagnóstico do cancro da bexiga metastático, identificando 20% com FGFR3 que podem beneficiar de fármaco dirigido

A sequenciação genética pode encurtar o tempo para tratar uma parte das pessoas com cancro da bexiga metastático
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Um estudo liderado por investigadores portugueses propõe incluir testes genéticos no diagnóstico de cancro da bexiga metastático para acelerar o acesso a tratamentos direcionados. A investigação foca-se num grupo de pacientes cuja doença se espalha a outros órgãos.

Segundo os dados, cerca de 20% dos doentes apresentam uma alteração no gene FGFR3, o que pode tornar possível o uso de fármacos específicos para esses tumores. A abordagem pode acelerar decisões terapêutivas mais eficazes.

Estão em causa pacientes com cancro da bexiga metastatic que possam beneficiar de terapias dirigidas ao FGFR3. A sugestão é realizar o teste genético para identificar rapidamente esses casos e encaminhar para o tratamento adequado.

Quem pode beneficiar

  • Pacientes com diagnóstico de bexiga metastático.
  • Indivíduos com a mutação FGFR3 que respondam aos fármacos-alvo.
  • Equipa médica envolve-se no screening para acelerar decisões terapêuticas.

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