- Os processos de internalização de análises clínicas pelas unidades locais de saúde estão a deteriorar a atividade de laboratórios privados e unidades de diagnóstico que prestam serviço ao SNS.
- Duas associações do setor denunciam que isto restringe o acesso e a liberdade de escolha dos utentes, especialmente no Interior.
- A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) aponta que existem 73 concelhos sem oferta convencionada na área das análises.
- Quase metade desses concelhos sem serviço convencional ficam na região do Alentejo.
O encerramento de serviços de análises clínicas por internalização nas ULS está a afectar, sobretudo, laboratórios privados e unidades de diagnóstico que servem o SNS. A denúncia vem de duas associações do setor, que apontam impactos na qualidade de serviço e no acesso aos utentes.
As entidades denunciam a redução da liberdade de escolha para os utentes, especialmente no Interior, onde a oferta pode ficar mais limitada. A queixa centra-se na passagem de serviços para as estruturas públicas, com consequências para quem dependia de serviços privados próximos.
Dados da ERS
Segundo a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), há 73 concelhos sem oferta convencionada na área das análises. Quase metade destes concelhos fica na região do Alentejo, o que agrava a dispersão de serviços para populações rurais.
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