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Obesidade aumenta o risco de cancro do endométrio

A obesidade aumenta o risco de cancro do endométrio ao atuar como órgão endócrino que produz estrogénios, dificultando deteção e complicando tratamentos

Obesidade
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  • Em Portugal, cerca de 38% da população adulta tem excesso de peso e 17% são obesos, segundo Eurostat de 2025.
  • A obesidade aumenta o risco de cancro do endométrio, pois a gordura corporal atua como órgão endócrino que produz hormonas, incluindo mais estrogénios.
  • A obesidade pode complicar cirurgia, dificultar a deteção de irregularidades nos exames e intensificar os efeitos dos tratamentos.
  • O cancro do endométrio é a doença oncológica ginecológica mais frequente em Portugal, com maior incidência em mulheres pós-menopausa (60 a 70 anos), e 90% de cura se diagnosticado precocemente.
  • Cerca de 10% dos casos podem ser hereditários; sinais de alerta incluem hemorragia vaginal e aumento do volume abdominal. Estilos de vida saudáveis reduzem o risco.

O Dia Nacional da Luta contra a Obesidade é assinalado este sábado, 23 de maio, em Portugal. Dados Eurostat 2025 apontam que 38% da população adulta tem excesso de peso e 17% é obesos. A obesidade é um fator de risco para várias doenças, incluindo o cancro do endométrio.

A gordura corporal funciona como um órgão endócrino que produz hormonas, nomeadamente estrogénios. O aumento dessas hormonas circulantes pode estimular o útero e elevar o risco de cancro do endométrio.

A obesidade pode também complicar o processo cirúrgico, dificultar a deteção de alterações nos exames e intensificar os efeitos dos tratamentos. O cansaço associado aos tratamentos é mais frequente, sem alterar, porém, os resultados.

Cancro do endométrio

O cancro do endométrio é a doença oncológica ginecológica mais comum em Portugal, com maior incidência em mulheres pós-menopausa, entre os 60 e 70 anos. O tratamento precoce pode alcançar uma taxa de cura de 90%.

Mesmo fora da idade fértil, a saúde ginecológica merece vigilância. Hemorragias vaginais e aumento do volume abdominal podem ser sinais de alerta, devendo motivar consulta médica. Casos em mulheres mais jovens também ocorrem.

O aumento do número de diagnósticos pode reflectir maior sensibilização e estilos de vida pouco saudáveis, com sedentarismo e stress elevados. Em muitos casos, o cancro é detetado cedo, permitindo melhores perspetivas.

Quando diagnosticado cedo, o tratamento é maioritariamente cirúrgico e pode incluir terapias adicionais. Em estágios avançados, surgem opções como quimioterapia ou radioterapia para obter estabilidade e qualidade de vida.

Estimulado o diagnóstico precoce, estima-se que cerca de 10% dos cancro do endométrio tenham origem hereditária, associando história familiar a maior vigilância. Recomenda-se avaliação em familiares com Cancros Ginecológicos.

Para reduzir o risco, advoga-se por hábitos saudáveis: alimentação não processada, abandono do tabaco e prática regular de atividade física.

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