- A Organização Mundial da Saúde confirmou um novo caso de hantavírus associado ao navio MV Hondius, num tripulante que desembarcou em Tenerife e foi repatriado para os Países Baixos, elevando o total para 12 infeções.
- O número de mortos mantém-se em três, sem registo de novas mortes desde 2 de maio.
- A OMS pediu aos países afetados para vigiar de perto todos os passageiros durante o resto do período de quarentena; o novo caso permanece em isolamento desde a repatriação.
- Estão em acompanhamento mais de 600 contactos potenciais em 30 países, com ainda poucos contactos de alto risco por localizar.
- Tedros Adhanom Ghebreyesus agradeceu a cooperação de vários países na resposta e na investigação epidemiológica, incluindo Argentina, Cabo Verde, Chile, Países Baixos, África do Sul, Espanha e Reino Unido.
A Organização Mundial da Saúde confirmou mais um caso de hantavírus associado ao navio de cruzeiro MV Hondius, envolvendo um tripulante que desembarcou em Tenerife e foi repatriado para os Países Baixos. O registo eleva para 12 o total de infeções em vigor.
Três mortes permanecem registadas, conformeComunicação do diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus na conferência de imprensa. Não houve novas mortes desde 2 de maio, data em que o surto foi comunicado pela primeira vez.
O novo caso continua em isolamento desde a repatriação, e a OMS acompanha mais de 600 contactos em 30 países. Ainda faltam localizar um pequeno número de contactos de alto risco, conforme referências da agência.
Situação atual e vigilância
Tedros agradeceu a colaboração de diversos países na resposta e na investigação epidemiológica, destacando apoio de nações como Argentina, Cabo Verde, Chile, Espanha, Reino Unido, África do Sul e os Países Baixos. A monitorização permanece ativa para evitar novas contaminações durante o período de quarentena.
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