- Um estudo citado pelo El Español indica que o risco de depressão é 40% maior entre trabalhadores do turno da noite.
- A relação parece estar ligada às perturbações nos ritmos circadianos, que anulam o sono, o metabolismo e a produção hormonal.
- Apenas menos de 3% dos trabalhadores noturnos conseguem ajustar os seus ritmos biológicos.
- Dormir mal de forma contínua pode causar irritabilidade e menos energia para interações sociais.
- Além da depressão, o trabalho noturno está associado a problemas cardiovasculares, metabólicos e digestivos, com alterações hormonais que afetam o stress, o apetite e a recuperação física.
O estudo citado pelo El Español conclui que quem trabalha à noite tem um risco 40% maior de desenvolver depressão. A pesquisa associa esse risco às perturbações nos ritmos circadianos, que regulam sono, metabolismo, temperatura corporal e produção hormonal.
Os resultados indicam que menos de 3% dos trabalhadores nocturnos conseguem ajustar os seus relógios biológicos. Dormir mal habitualmente pode aumentar irritabilidade e reduzir energia para interações sociais.
Além da depressão, o trabalho noturno está ligado a problemas cardiovasculares, metabólicos e digestivos. Mudanças hormonais no organismo podem dificultar o manejo do stress, o controlo do apetite e a recuperação física.
Riscos para a saúde
Ritmos alterados influenciam a qualidade do sono e a vigília diurna. A literatura associa ainda maior dificuldade de adaptação a horários rotineiros e menor desempenho cognitivo em tarefas simples.
Fontes destacam a necessidade de estratégias organizacionais para mitigar impactos, como horários mais previsíveis, pausas adequadas e apoio à saúde mental. O estudo reforça a relevância de monitorização de bem-estar no turno nocturno.
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