- A Organização Mundial da Saúde classifica o risco epidémico na RDCongo como elevado a nível nacional e regional, e baixo a nível global.
- O comitê de emergência indicou que a situação no país não satisfaz os critérios de uma emergência pandémica.
- A origem dos casos parece remeter a vários meses atrás; as investigações seguem em curso e a prioridade é interromper a transmissão via rastreio de contactos, isolamento e cuidado aos casos suspeitos e confirmados.
- O ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de indivíduos ou animais infetados e pode causar febre hemorrágica grave, com sintomas como febre, vómitos e diarreia; a mortalidade varia entre vinte e cinco por cento e noventa por cento.
- Pelo menos 131 pessoas morreram e há 513 casos suspeitos na RDCongo, segundo o Ministério da Saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) situa o risco epidémico do ébola na República Democrática do Congo como elevado a nível nacional e regional, mas baixo a nível global. A avaliação foi anunciada pelo diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus, um dia após a reunião do comité de emergências sobre o surto no leste do país.
O comité informou que a situação no território congolês não satisfaz os critérios de uma emergência pandémica. As investigações continuam para identificar a origem e a extensão do surto, com foco na interrupção da transmissão.
A OMS destaca que as medidas de saúde pública, como rastreio de contactos, isolamento e cuidados aos casos suspeitos e confirmados, são prioritárias para conter o alastramento do vírus. O ébola transmite-se por contactos diretos com fluidos de pessoas ou animais infetados.
Segundo a organização, o vírus apresenta uma taxa de mortalidade entre 25% e 90%, dependendo do acesso a tratamentos e da rapidez no cuidado. A OMS reforça a necessidade de vigilância contínua e de resposta coordenada em zonas afetadas.
Pelo menos 131 pessoas morreram e há 513 casos suspeitos na RDCongo, segundo comunicação dada pelo ministro da Saúde do país, em transmissão televisiva na noite de segunda-feira. A contagem de casos pode evoluir à medida que as investigações avançam.
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