- Os médicos de família contestam a avaliação que devem responder até 30 de junho; inicialmente reduziu‑se o conjunto de perguntas de 130 para 27 no primeiro questionário, mas, até 31 de dezembro, todas as questões devem ficar respondidas.
- O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) pede a suspensão do processo, afirmando que a plataforma E‑Qualidade aumenta a carga de trabalho burocrática de médicos e enfermeiros para preenchimento informático de papéis, lembrando que as Unidades de Saúde Familiar já são avaliadas por 43 indicadores.
- A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) também rejeita o preenchimento da E‑Qualidade, considerando a ferramenta desatualizada desde 2019 e sem acrescentar valor.
- A Ordem dos Médicos revelou que 45% dos médicos de família tem mais de 65 anos, com concentração nos distritos de Lisboa e Porto.
- Para a FNAM, a medida gera mais burocracia, menos tempo para pacientes e maior desgaste dos médicos, descrevendo‑a como inadequada.
Os médicos de família contestam a avaliação a que devem responder até 30 de junho. O inquérito abrange 27 critérios, tendo já passado de 130 no primeiro questionário. Em 31 de dezembro, todas as perguntas deverão estar respondidas.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) pediu a suspensão do processo, dizendo que a plataforma E-Qualidade provoca uma sobrecarga administrativa, desviando médicos e enfermeiros do atendimento. Lembram que as Unidades de Saúde Familiar já são avaliadas por 43 indicadores.
Contestação e impactos da avaliação
A FNAM também rejeita a imposição do preenchimento por médicos de família, classificando a medida como inaceitável e antiga, com critérios desatualizados desde 2019, segundo Joana Bordalo e Sá, vice-presidente da federação. Alegam que a ferramenta não acrescenta valor.
Dados demográficos
No Dia do Médico de Família, a Ordem dos Médicos indicou que 45% destes profissionais tem mais de 65 anos, com maior concentração nos distritos de Lisboa (21,6%) e Porto (21,4%).
Impacto na prática médica
Para a FNAM, a medida traduz-se em mais burocracia, menos tempo com os doentes e maior desgaste profissional. A organização afirma que a ferramenta pode transformar uma ferramenta de qualidade num mecanismo de pressão, sem ganhos perceptíveis.
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