Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Médicos de família contestam avaliação considerada asfixiante

Médicos de família contestam a avaliação electrónica, com 27 critérios até 30 de junho; em dezembro deverão responder a 130 itens, dizem sindicatos

Médicos apontam carga burocrática excessiva a E-Qualidade
0:00
Carregando...
0:00

Os médicos de família contestam a avaliação a que devem responder até 30 de junho. O inquérito abrange 27 critérios, tendo já passado de 130 no primeiro questionário. Em 31 de dezembro, todas as perguntas deverão estar respondidas.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) pediu a suspensão do processo, dizendo que a plataforma E-Qualidade provoca uma sobrecarga administrativa, desviando médicos e enfermeiros do atendimento. Lembram que as Unidades de Saúde Familiar já são avaliadas por 43 indicadores.

Contestação e impactos da avaliação

A FNAM também rejeita a imposição do preenchimento por médicos de família, classificando a medida como inaceitável e antiga, com critérios desatualizados desde 2019, segundo Joana Bordalo e Sá, vice-presidente da federação. Alegam que a ferramenta não acrescenta valor.

Dados demográficos

No Dia do Médico de Família, a Ordem dos Médicos indicou que 45% destes profissionais tem mais de 65 anos, com maior concentração nos distritos de Lisboa (21,6%) e Porto (21,4%).

Impacto na prática médica

Para a FNAM, a medida traduz-se em mais burocracia, menos tempo com os doentes e maior desgaste profissional. A organização afirma que a ferramenta pode transformar uma ferramenta de qualidade num mecanismo de pressão, sem ganhos perceptíveis.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais