- O Bloco de Esquerda questiona o Governo sobre 15 queixas contra o enfermeiro diretor da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central, Emanuel Boieiro, alegando um “padrão de gestão baseado no medo. ”
- O deputado Fabian Figueiredo considera as denúncias extremamente graves e exige uma intervenção célere, transparente e rigorosa por parte do Governo.
- As queixas, segundo o Observador, terão vindo de vários enfermeiros junto do Conselho de Administração da ULS e do departamento do trabalho da unidade, incluindo alegações de assédio moral, ameaças, humilhação e coerção.
- A ULS confirmou ter recebido queixas; a Ordem dos Enfermeiros recebeu uma denúncia anónima e está a investigar. A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde analisa o conteúdo para decidir se abre inquérito.
- O Governo é questionado sobre se tem conhecimento formal das denúncias, quais diligências já foram desencadeadas, quais medidas para prevenir represálias, e quais mecanismos de prevenção de assédio existem na ULS, com possível reforço da fiscalização.
O Bloco de Esquerda questiona o Governo sobre queixas contra o enfermeiro diretor da ULS Alentejo Central, Emanuel Boieiro. A notícia aponta 15 queixas por um alegado padrão de gestão baseado no medo.
Fabian Figueiredo, deputado bloquista, considera as denúncias extremamente graves e pediu intervenção célere, transparente e rigorosa por parte do Governo. O parlamentar entregou a pergunta na Assembleia da República.
A denúncia foi publicitada pelo Observador, que afirma que vários enfermeiros apresentaram queixas ao Conselho de Administração da ULS e ao departamento do trabalho da instituição. Os alegados casos incluem assédio moral e humilhação pública.
Reacções e diligências
A ULS do Alentejo Central confirmou ter recebido queixas contra o enfermeiro diretor. A Ordem dos Enfermeiros também recebeu uma denúncia anónima relacionada com o mesmo dirigente.
A OE informou que a denúncia foi remetida ao Conselho Jurisdicional, que já iniciou diligências. A IGAS confirmou ter recebido queixas e que analisa se abre um inquérito.
O Governo ainda não divulgou respostas formais às perguntas do BE. O Ministério da Saúde pode clarificar quais diligências já foram desencadeadas para apurar os factos denunciados.
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