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Sete razões para adiar a intimidade entre mulheres e a necessidade de ajuda

Sete condições do aparelho reprodutor feminino podem tornar o sexo doloroso e exigir avaliação médica rápida para evitar complicações

Estudo quantifica benefícios psicológicos e número de vezes médio que os casais fazem sexo
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  • Vulvite: doença de pele na vulva que pode causar fissuras e dor; costuma ser provocada por alergias a perfumes, sabonetes, lubrificantes e detergentes.
  • Endometriose: dor associada ao ciclo menstrual que pode intensificar perto da menstruação, podendo impedir relações sexuais; estima-se que afete cerca de 240 mil mulheres em Portugal.
  • Vulvodínia: dor crónica na vulva, com sensação de ardor ou irritação; não está ligada a infeção e pode durar mais de três meses.
  • Vaginite: inflamação da mucosa da vagina com secreção anormal; pode ter várias origens, incluindo entrada na menopausa ou reação alérgica.
  • Doença inflamatória pélvica: infecção bacteriana do aparelho reprodutor que torna o sexo doloroso; requer tratamento rápido para evitar complicações.

Sete razões que podem levar uma mulher a adiar a intimidade são retratadas como potenciais patologias do aparelho reprodutor, segundo a Healthline. O objetivo é entender sinais que merecem consulta médica. A notícia não sugere diagnósticos, apenas informa.

Vulvite: um problema de pele gera fissuras na vulva, causando dor. Pode resultar de alergias a perfumes, sabonetes, lubrificantes, preservativos, gel de duche e detergentes. O desconforto pode tornar a relação sexual difícil.

Endometriose: dor que pode intensificar com o ciclo menstrual e perto da menstruação, dificultando relações. A doença ainda apresenta diagnóstico complexo e afecta cerca de 240 mil mulheres em Portugal.

Vulvodínia: sensação de ardor, irritação ou picada associada a ficar muito tempo sentada. Trata-se de dor crónica que persiste por mais de três meses, sem relação direta com infeção ou outra doença.

Vaginite: inflamação da mucosa vaginal de base bacteriana com várias origens. Pode surgir na menopausa ou após reação alérgica na pele, associada a secreção vaginal anormal.

Vaginismo: espasmos musculares e movimentos involuntários podem tornar a relação dolorosa, às vezes impedindo atividades simples como usar tampões ou fazer exames ginecológicos.

Quistos nos ovários: massas dentro do aparelho reprodutor podem provocar dores intensas durante o sexo. Podem indicar doenças associadas, como endometriose, ou desenvolver-se na gravidez, exigindo avaliação médica.

Doença inflamatória pélvica: inflamação bacteriana de trompas, ovários e útero que torna a penetração dolorosa. Comum entre jovens com múltiplos parceiros, requer tratamento rápido para evitar complicações. Sintomas incluem dor pélvica, febre baixa e mal-estar.

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