- Todos os contactos identificados em França do passageiro neerlandês que morreu com hantavírus testaram negativo; permanecem em isolamento hospitalar e serão sujeitos a testes três vezes por semana, com divulgação de resultados apenas se positivos.
- A letalidade estimada do hantavírus nestes casos encontra-se entre 30 e 40%, e o período de incubação é atualmente estimado em 42 dias.
- Os contactos que viajaram no voo de Santa Helena para Joanesburgo, a 25 de abril, totalizam oito, enquanto cinquenta passos que viajaram entre Joanesburgo e Amesterdão totalizam catorze.
- O grupo que envolve estes contactos continua sob acompanhamento médico, com coordenação entre a Santé Publique France, o Inserm e o ANRS – doenças infecciosas emergentes.
- Uma pessoa em França, uma mulher de 65 anos, testou positivo e permanece nos cuidados intensivos, ligada a suporte de vida com pulmão artificial.
Numa publicação no X, a ministra francesa da Saúde confirmou que os 26 contactos declarados do passageiro neerlandês que morreu de hantavírus deram negativo, sem exceção. Continuam em isolamento hospitalar devido à letalidade prevista.
Os 26 contactos vão manter-se sob acompanhamento médico e testes três vezes por semana. Os resultados futuros não serão comunicados pelas autoridades, exceto se surgir um teste positivo.
A monitorização leva em conta a letalidade estimada entre 30% e 40% e um período de incubação de até 42 dias, conforme explicou a ministra, destacando que não há contaminação reconhecida até ao momento neste trabalho coordenado entre Santé Publique France, Inserm e ANRS.
Entre os casos, oito ocorreram no voo Santa Helena–Joanesburgo, de 25 de abril, com a vítima, e outros catorze estavam no voo Joanesburgo–Amesterdão, com embarque breve.
Caso em estado crítico
Uma mulher francesa de 65 anos, que testou positivo para hantavírus, encontra-se ainda nos cuidados intensivos. O médico Xavier Lescure descreveu que a paciente apresenta forma grave, com falência pulmonar e cardíaca potencialmente fatal.
O médico explicou que a paciente está ligada a um dispositivo de suporte de vida que bombeia sangue para um pulmão artificial, fornecendo oxigénio e devolvendo-o ao corpo, numa técnica considerada a última etapa de cuidados de suporte.
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