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Uma em cada três mulheres sofre em silêncio com problema pélvico

Estudo aponta que três em cada dez mulheres podem enfrentar prolapso pélvico, com impacto na qualidade de vida e fatores de risco como parto vaginal e idade

A desinformação sobre esta condição de saúde íntima feminina atrasa tratamento
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  • Estudo indica que, em média, uma em cada três mulheres pode vir a enfrentar prolapso pélvico ao longo da vida.
  • Sinais incluem incontinência, obstipação, descida da bexiga e do útero, com pressão e dor associadas.
  • À idade de 80 anos, cerca de metade das mulheres já terá prolapso.
  • Existem mitos sobre o prolapso: metade associa a incontinência ao envelhecimento; 31% acredita que ocorre apenas na pós-menopausa e 30% pensa que surge durante a gravidez.
  • Fatores de risco frequentes são o parto vaginal, a idade avançada e o elevado índice de massa corporal.

Um estudo norte-americano, divulgado na quarta-feira, 13 de maio, aponta que uma em cada três mulheres pode enfrentar prolapso pélvico, uma condição que tende a avançar com a idade. A flacidez da zona pélvica pode causar prolapsos dos órgãos, afetando o bem-estar.

A investigação revela que, com o tempo, sinais como incontinência, obstipação e descida da bexiga ou do útero surgem devido à fraqueza dos músculos do soalho pélvico. O estudo alerta para impactos significativos na qualidade de vida.

A plataforma privada sem fins lucrativos Orlando Health cita ainda desinformação como entrave ao tratamento. Metade das mulheres considera a incontinência como parte normal do envelhecimento, e um terço atribui o prolapso a gravidez ou à pós-menopausa.

Desinformação sobre o prolapso

Dados mostram que 31% associam o prolapso apenas a mulheres acima de 60 anos, enquanto 30% acreditam que só ocorre durante a gravidez. Esclarecimentos médicos ajudam a desmistificar estas ideias e a promover diagnóstico precoce.

Factores de risco e consequências

Entre os principais fatores estão o parto vaginal, a idade avançada e o índice de massa corporal elevado. Os especialistas indicam que a prevenção passa pela reabilitação do soalho pélvico e por avaliação clínica regular.

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