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DGS publica normas para casos suspeitos de hantavírus e risco em Portugal é muito baixo

DGS define critérios de casos suspeitos/prováveis de hantavírus e mantém risco muito baixo em Portugal; INEM deve ser ativado para transporte e eventual isolamento

O MV Hondius à saída de Tenerife esta segunda-feira
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  • A Direção-Geral da Saúde publicou orientações para a gestão de possíveis casos suspeitos de hantavírus ligados ao surto no navio MV Hondius, mantendo o risco em Portugal muito baixo.
  • Um caso suspeito é alguém que tenha partilhado ou visitado um meio de transporte com caso confirmado ou provável, ou que tenha estado em contacto com passageiros ou tripulação do MV Hondius, com febre aguda e pelo menos um dos seguintes sintomas: dores musculares, calafrios, dor de cabeça, sintomas gastrointestinais ou respiratórios.
  • Um caso provável envolve sinais e sintomas semelhantes e uma ligação epidemiológica conhecida com um caso confirmado ou provável de hantavírus dos Andes; um caso confirmado tem detecção de ácidos nucleicos de ANDV por RT-PCR, ou testes sorológicos, ou isolamento do hantavírus Andes.
  • Um contacto é quem esteve exposto a secreções, saliva, sangue ou outros fluidos corporais de um caso confirmado ou provável durante o período de transmissibilidade.
  • O INEM deve ser acionado para garantir o transporte do caso suspeito até ao hospital de referência; os hospitais de referência são a Unidade Local de Saúde São José (Curry Cabral para adultos e Dona Estefânia para pediatria) e a ULS São João (adultos e pediatria).

A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou orientações sobre a gestão de potenciais casos suspeitos de hantavírus, no seguimento do surto ligado ao navio de cruzeiro MV Hondius. O documento informa que o risco em Portugal permanece muito baixo e não exige medidas preventivas a nível nacional.

A DGS especifica que se deve identificar contactos de casos confirmados ou prováveis, bem como quem partilhou meios de transporte com potenciais contágios. Um caso suspeito envolve sintomas como febre associada a dores musculares ou gastrointestinais, acompanhados de contacto com o MV Hondius.

Além disso, a DGS define o que constitui um caso provável e um caso confirmado, com base em sintomas apresentados e em testes laboratoriais para o hantavírus Andes. Um contacto é alguém exposto a secreções ou fluidos de um caso durante a transmissibilidade.

Medidas e transporte de casos suspeitos

O INEM deve ser acionado para garantir o transporte do caso suspeito até o hospital de referência, desde o local onde se encontra até à unidade hospitalar. A orientação recomenda realizar o isolamento apenas quando estritamente indicado.

Os hospitais de referência em Portugal para este quadro são a Unidade Local de Saúde (ULS) São José, com o Curry Cabral para adultos e Dona Estefânia para pediatria, e a ULS São João, também para adultos e crianças.

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