A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou orientações sobre a gestão de potenciais casos suspeitos de hantavírus, no seguimento do surto ligado ao navio de cruzeiro MV Hondius. O documento informa que o risco em Portugal permanece muito baixo e não exige medidas preventivas a nível nacional.
A DGS especifica que se deve identificar contactos de casos confirmados ou prováveis, bem como quem partilhou meios de transporte com potenciais contágios. Um caso suspeito envolve sintomas como febre associada a dores musculares ou gastrointestinais, acompanhados de contacto com o MV Hondius.
Além disso, a DGS define o que constitui um caso provável e um caso confirmado, com base em sintomas apresentados e em testes laboratoriais para o hantavírus Andes. Um contacto é alguém exposto a secreções ou fluidos de um caso durante a transmissibilidade.
Medidas e transporte de casos suspeitos
O INEM deve ser acionado para garantir o transporte do caso suspeito até o hospital de referência, desde o local onde se encontra até à unidade hospitalar. A orientação recomenda realizar o isolamento apenas quando estritamente indicado.
Os hospitais de referência em Portugal para este quadro são a Unidade Local de Saúde (ULS) São José, com o Curry Cabral para adultos e Dona Estefânia para pediatria, e a ULS São João, também para adultos e crianças.
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