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Máscara, fatos e mil cuidados com o MV Hondius: risco de morte em foco

Últimos passageiros devem deixar o MV Hondius hoje; cerca de trinta tripulantes permanecem a bordo, navio segue para Roterdão para desinfeção após casos de hantavírus

Máscara, fatos e mil cuidados com o 'MV Hondius': de olhos postos no risco de morte
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  • O desembarque de passageiros do MV Hondius em Tenerife termina esta segunda-feira; cerca de trinta tripulantes ficam a bordo em direção aos Países Baixos para desinfecção.
  • O primeiro lote incluiu catorze espanhóis que seguiram para Madrid; hoje saem quatro cidadãos australianos e um neozelandês, ainda à espera do voo.
  • A operação de repatriação deve terminar às 19h00 desta segunda-feira.
  • A Organização Mundial da Saúde reforça que o risco é baixo, mas o período de incubação do hantavírus pode chegar a cerca de seis semanas; alguns contactos testaram negativo.
  • Um grupo de médicos britânicos chegou a Tristão da Cunha para ajudar um doente com hantavírus.

O navio de cruzeiro MV Hondius, afetado por hantavírus, continua a ser alvo de operações de repatriamento junto às Canárias. Este domingo desembarcaram cerca de 40 passageiros, com a segunda fase prevista para hoje, que deverá permitir a saída de quatro australianos e um neozelandês.

Os passageiros desembarcam em Tenerife sob proteção total, com máscara e vestuário de proteção. Após a travessia de lancha, são encaminhados a um autocarro isolado e depois seguem para o avião, em direcção aos seus países de origem.

A primeira leva de 14 espanhóis voou para Madrid, onde ficará em quarentena. A operação de repatriação mantém o foco na redução de contatos com o público, com o navio a permanecer sob supervisão sanitária. Cerca de 30 tripulantes permanecerão a bordo rumo a Roterdão para desinfecção.

Cerca de 30 tripulantes irão regressar aos Países Baixos no MV Hondius, que permanecerá em Tenerife até concluir a desinfecção. A OMS reiterou que o risco para a população geral continua baixo, embora não se possa excluir um aumento de casos devido ao período de incubação.

Entretanto, autoridades sanitárias continuam a monitorizar contactos de risco. Uma mulher com sintomas em Alicante, que viajou no mesmo voo de uma cidadã neerlandesa fallecida em Joanesburgo, testou negativo ao hantavírus. Os resultados de contactos na África do Sul foram também negativos.

Dados de vigilância indicam que o período de incubação pode chegar a seis semanas, pelo que uma atualização de casos ainda é possível. Um grupo de médicos britânicos também atua na área remota de Tristão da Cunha para apoiar um doente infectado.

Repatriacoes e medidas de biossegurança

O navio permanece atracado no porto de Granadilla, Tenerife, com operações de desinfecção previstas após a saída dos últimos passageiros. O grupo de evacuação envolve autoridades espanholas, com respaldo logístico para o retorno direto aos locais de origem.

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