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Primeiros testes negativos trazem esperança no surto de hantavírus

Testes negativos ao hantavírus alimentam esperança de contenção; o MV Hondius chega a Tenerife e permanece em área isolada.

Polícia portuária e guarda civil atuam em Tristão da Cunha após caso de hantavírus
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  • O navio científico-cruzeiro MV Hondius chega a Tenerife, Canárias, neste domingo e ficará numa zona isolada para avaliação dos passageiros e tripulantes antes da repatriação.
  • Uma tripulante de cabina da KLM que contactou com uma das pessoas que morreu testou negativo ao hantavírus; dois cidadãos de Singapura que haviam embarcado no cruzeiro também testaram negativo.
  • Apesar dos testes negativos, os viajantes de Singapura vão cumprir quarentena de 30 dias. A transmissão entre humanos exige contacto próximo, o que não terá acontecido com a mulher que morreu.
  • Existem outros casos suspeitos: uma mulher de Alicante pode ter infeção ligada ao surto; no Reino Unido, há um caso suspeito de hantavírus em Tristan da Cunha, onde estavam quatro cidadãos do local a bordo.
  • A Organização Mundial da Saúde considera o risco global baixo. Não há passageiros com nacionalidade portuguesa a bordo que pretendam vir para Portugal.

O MV Hondius, o cruzeiro onde se iniciou o surto de hantavírus, aproxima-se de Tenerife, nas Canárias, com chegada prevista por volta das 12h00 locais (11h00 em Lisboa). O navio ficará numa zona isolada, preparando-se para a avaliação de passageiros e tripulantes sem contacto com a população local. Dos 149 ocupantes, 23 países estão representados e haverá repatriamento conforme a nacionalidade.

Quarentena e avaliações na embarcação

Os passageiros e a tripulação serão avaliados a bordo, com o objetivo de evitar contactos externos. Espanhóis repatriados seguirão para um hospital em Madrid para quarentena obrigatória. A operação mantém-se sob monitorização das autoridades de saúde espanholas e internacionais.

Resultados preliminares animam autoridades

Na sexta-feira, três testes negativos surgiram como sinal de contenção. Uma tripulante de cabine da KLM, que contactou com uma das pessoas que morreu, testou negativo. Dois homens (65 e 67 anos) de Singapura, que embarcaram no cruzeiro, também testaram negativo.

Quarentena portuguesa e outras ocorrências

Apesar de os cidadãos citados serem de várias nacionalidades, nenhum passageiro com destino a Portugal foi indicado pela DGS para repatriamento. A única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo é um tripulante residente no Reino Unido, de origem indiana, sem ligação direta aos passageiros.

Riscos e casos adicionais

O Reino Unido reportou um caso suspeito adicional na ilha de Tristan da Cunha, relacionada com o MV Hondius, onde havia quatro cidadãos desta ilha no navio. Em Espanha, uma mulher de Alicante é investigada por possível infeção associada ao voo da KLM. A OMS mantém o risco global como baixo até ao momento.

Observação institucional

Até agora, todos os casos estão ligados de alguma forma ao MV Hondius ou ao voo entre Santa Helena e Joanesburgo. A DGS confirma que não há indicação de mais viajantes para Portugal, mantendo o repatriamento conforme residência das pessoas.

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