- A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que a transmissão do hantavírus no cruzeiro MV Hondius ocorre apenas por contacto muito próximo, incluindo exposição a saliva ou secreções respiratórias ao espirrar, tossir ou cuspir.
- O porta‑voz Christian Lindmeier explicou que partilhar cabina pode levar a infeção em alguns casos e não em outros, o que mostra que o risco é ainda muito baixo.
- A OMS reiterou que não é uma nova covid e que o risco para a população é absolutamente baixo; a transmissão é menos eficiente do que a do sarampo.
- O Hondius partiu de Ushuaia a 1 de abril e segue para Tenerife; já morreram três passageiros e há cinco casos confirmados e três suspeitos.
- Investigadores tentam apurar se o contágio ocorreu em terra (Argentina, Chile ou Uruguai) ou já a bordo, possivelmente via roedores.
O hantavírus que prolifera no cruzeiro MV Hondius transmite-se apenas por contacto muito próximo com uma pessoa infetada, segundo a OMS. O risco permanece baixo para a população generalizada.
Casos ocorreram mesmo em passageiros que partilharam cabina com alguém infetado, o que evidencia a importância de proximidade extrema para a transmissão. A OMS reforça que não se trata de uma doença com transmissão como a da COVID-19.
O MV Hondius partiu de Ushuaia, na Argentina, a 1 de abril e segue para Tenerife, nas Canárias, com chegada prevista para este domingo. Três passageiros morreram e há cinco casos confirmados, com três suspeitos, até ao momento.
Situação atual e investigação
As autoridades pretendem confirmar onde ocorreu a transmissão: se em terra (Argentina, Chile ou Uruguai) ou já a bordo, possivelmente via roedores. O objetivo é esclarecer a cadeia de contágio do surto a bordo.
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