- Investigadores britânicos mostram que um teste de sangue por picada no dedo pode facilitar o diagnóstico precoce do Alzheimer, tornando-o mais rápido e acessível.
- O rastreio dispensa consulta clínica ou exames complexos, usando apenas uma picada no dedo.
- Os marcadores no sangue capilar correlacionam-se com análises tradicionais e podem ser usados com avaliações cognitivas por computador.
- O estudo envolveu 174 pessoas, incluindo indivíduos saudáveis, com défice cognitivo ligeiro e com Alzheimer.
- Muitos casos de declínio cognitivo inicial não chegam a serviços especializados (estimam-se 99%), tornando métodos simples e escaláveis uma prioridade.
Um estudo britânico apresenta avanços no rastreio do Alzheimer. Investigadores analisaram testes de sangue por picada no dedo, apontando um método simples para identificar risco de demência.
Os cientistas afirmam que o teste pode ser feito sem consulta clínica ou exames complexos, abrindo caminho para diagnóstico mais rápido e acessível.
O estudo envolveu 174 participantes e comparou biomarcadores no sangue capilar com análises convencionais, encontrando boa correlação.
Os biomarcadores também se relacionaram com o desempenho cognitivo e funcional dos voluntários, incluindo pessoas saudáveis, com défice leve e com Alzheimer.
A equipa sugere que o teste seja usado em conjunto com avaliações cognitivas por computador, aumentando a identificação de indivíduos com maior risco.
Futuros desenvolvimentos poderão permitir rastreio fora de clínicas, facilitando o acesso a populações sem serviços especializados.
Avanços potenciais e perspetivas
Ainda assim, muitos casos de declínio cognitivo inicial não chegam a especialistas, tornando essencial métodos simples e escaláveis.
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