- No dia 24 de abril, uma mãe levou o filho de quatro anos às urgências do hospital de Lagos por problemas respiratórios.
- A criança recebeu pulseira verde e, entretanto, chegaram mais duas pessoas com a mesma cor, além de outra pessoa que chegou depois.
- Mónica Macedo acusa a médica Maria Izabel Lobe de insultos, gritos altos e de ter “fechado a porta com força na cara do meu filho”, além de alegar ter sido agarrada e arranhada nos braços.
- A queixa foi apresentada junto da administração da Unidade Local de Saúde do Algarve, que gere o hospital, e foi confirmada a receção pela instituição.
- A notícia não detalha, de momento, o desfecho da reclamação ou eventuais medidas disciplinares.
Uma mãe acusa uma médica do serviço de urgência básica do Hospital de Lagos de insultar e agredir, enquanto aguardava atendimento para o filho de quatro anos, com problema respiratório. O incidente ocorreu a 24 de abril, no serviço de urgência do hospital.
Segundo a própria mãe, a criança foi classificada com pulseira verde. Enquanto esperavam, outras duas pessoas com a mesma classificação e uma terceira que chegou depois também foram atendidas. Ao solicitar explicações, a médica Maria Izabel Lobe terá falado de forma elevada, fechou a porta na cara da criança e a mãe refere ter sido agarrada e arranhada nos braços.
Quem envolve este caso: a mãe, Mónica Macedo, e a médica Maria Izabel Lobe, no hospital da cidade. Local: urgência básica do Hospital de Lagos, parte da Unidade Local de Saúde do Algarve. Motivo citado: o estado respiratório da criança.
A administração da Unidade Local de Saúde do Algarve confirmou ter recebido a reclamação da utente. Não foram divulgadas informações sobre investigações adicionais ou providências tomadas neste momento.
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