- A OMS confirmou sete casos de hantavírus a bordo do navio de cruzeiro Hondius, ancorado em águas de Cabo Verde, incluindo dois confirmados em laboratório e cinco suspeitos, com três óbitos.
- Um passageiro em estado grave foi retirado do navio e transportado para uma unidade de cuidados intensivos na África do Sul.
- Cabo Verde criou uma área de isolamento e mobilizou uma equipa multidisciplinar para apoiar passageiros e tripulantes.
- A equipa inclui médicos, infecciologistas, enfermeiros e técnicos de laboratório; não há, por ora, necessidade de transferir passageiros para hospitais terrestres.
- Um cidadão português integra a tripulação, mas ainda não pediu assistência diplomática.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que, até 4 de Maio de 2026, foram identificados sete casos de hantavírus a bordo do navio de cruzeiro Hondius, ancorado em águas de Cabo Verde. Destes, dois casos estão confirmados em laboratório e cinco são suspeitos.
Entre os casos confirmados há três mortes, um doente em estado grave e três com sintomática mais ligeira. O passageiro gravemente doente foi retirado do navio e encaminhado para uma unidade de cuidados intensivos na África do Sul.
Para responder à situação, Cabo Verde criou uma área de isolamento e reuniu uma equipa multidisciplinar com médicos, infecciologistas, enfermeiros e técnicos de laboratório, para apoiar passageiros e tripulantes, no navio e em terra, se necessário.
A directora nacional de Saúde, Ângela Gomes, afirmou que não há necessidade de transferir dezenas de passageiros para hospitais de terra neste momento, e que qualquer decisão de transporte será reavaliada com rigor de segurança. Cabo Verde mantém o controlo de desembarque e do atracamento.
Segundo uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros, um cidadão português integra a tripulação, embora ainda não tenha solicitado assistência diplomática. A OMS carrega o acompanhamento da situação e a avaliação de desdobramentos.
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