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Averiguação sobre grávida que deu à luz na receção do hospital de Gaia

IGAS avança com instrução sobre o parto na receção do Hospital Santos Silva, Gaia, apurando a assistência médica prestada à grávida

Hospital de Gaia
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  • A averiguação sobre os cuidados a uma grávida que teve o bebé na receção da urgência do Hospital Santos Silva, Gaia, entrou na fase de instrução pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).
  • O processo, que começou a 7 de outubro, já realizou diversas diligências para apurar os factos e envolve uma peritagem médica da assistência prestada; não há data estimada para o relatório.
  • O bebé nasceu na receção da urgência do Santos Silva a 4 de outubro de 2025, após uma participação recebida pela IGAS e que levou a um inquérito.
  • A administração da Unidade Local de Saúde de Gaia e Espinho (ULSGE) negou que a grávida não tenha recebido assistência, afirmando que foi atendida na sala de emergência junto à área de receção; o CTG indicou que não estava em fase ativa de parto.
  • O hospital explicou que, devido à curta distância entre casa e o hospital, foi seguido o procedimento habitual, com indicação de regresso a casa e retorno à urgência se surgissem alterações no quadro clínico; o parto ocorreu durante a admissão, cerca das 19h59, com assistência imediata.

O processo de averiguação sobre os cuidados com uma grávida que deu à luz na receção da urgência do Hospital Santos Silva, em Gaia, avançou para a fase de instrução. A inspeção geral das atividades em saúde IGAS informou que já foram realizadas diligências para apurar os factos e está em curso a peritagem médica sobre a assistência prestada. Ainda não é possível apresentar um relatório.

O inquérito foi instaurado a 7 de outubro, após uma participação recebida pela IGAS para apurar a assistência à utente grávida. O bebé nasceu na receção da urgência do Santos Silva a 4 de outubro de 2025, conforme o processo.

Segundo a administração da Unidade Local de Saúde da Região Gaia e Espinho (ULSGE), a grávida recebeu primeira assistência na sala de emergência, espaço contíguo à área de receção, com intervenção de médico e enfermeiros. A mãe procurou o serviço de urgência pelas 16h30, com o CTG a indicar ausência de fase ativa de trabalho de parto no momento.

A administração adianta que, pelo tempo de deslocação entre residência e hospital, menos de 10 minutos, foi seguido o procedimento habitual de obstetrícia, com indicação de regressar a casa e retorno à urgência se surgirem alterações clínicas. O parto ocorreu durante a admissão às 19h59, com a equipa de emergência a prestar assistência de forma imediata.

A RTP noticiou que o pai apresentou queixa a várias entidades, por alegada queda do bebé durante a expulsão, na altura da admissão da mãe. A imprensa está a acompanhar o evoluir do processo, com a IGAS a avaliar a qualidade dos cuidados prestados.

A IGAS mantém a divulgação de que o relatório ainda depende da conclusão da perícia médica e de outras diligências em curso. A autoridades de saúde continuam a acompanhar o caso e a emitir informações conforme forem relevantes.

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