- No primeiro trimestre de 2026, foram testados 21.813 bebés no “teste do pezinho” em Portugal, o maior valor da última década, com um aumento de 1.031 testes face ao mesmo período de 2025 (20.782).
- Janeiro teve o maior número de exames (7.908), seguido de março (7.312) e fevereiro (6.593).
- Lisboa foi o distrito com mais exames (6.594), seguido do Porto (3.903) e de Setúbal (1.797).
- Em 2025, foram rastreados 87.708 bebés, o valor mais alto dos últimos dez anos, reforçando a tendência de crescimento.
- O programa já rastreou 4.418.702 recém-nascidos desde 1979, identificando cerca de 3.000 casos de doenças raras; em 2025 identificaram-se 147 casos de diversas doenças hereditárias do metabolismo, hipotiroidismo congénito, entre outras.
O número de recém-nascidos rastreados em Portugal no primeiro trimestre de 2026 atingiu o valor mais alto da última década, com 21.813 bebés incluídos no teste do pezinho. O INSA revela que o 1º trimestre foi superior ao do mesmo período de 2025 (20.782) e a 2016 (21.?).
O programa, que cobre quase a totalidade dos nascimentos, registou janeiro como o mês de maior número de nascimentos rastreados (7.908), seguido de março (7.312) e fevereiro (6.593). Os dados refletem a atividade do PN RN, coordenação nacional do rastreio neonatal.
Lisboa liderou, com 6.594 exames, depois o Porto (3.903) e Setúbal (1.797). Menos testes em Bragança (137) e Portalegre (139). A distribuição regional mostra concentração nos distritos mais populosos, com variações entre zonas do país.
Dados do trimestre
Ao longo de 2025, foram rastreados 87.708 bebés, o que constitui o pico da última década. O programa utiliza análises de sangue feitas a partir do 3.º dia de vida, até ao 6.º, com uma ou duas picadas no calcanhar.
Alcance e impacto
Desde 1979, o programa já rastreou 4.418.702 recém-nascidos e identificou cerca de 3.000 doenças raras. Os testes permitem detectar condições como fenilcetonúria e hipotiroidismo congénito, possibilitando tratamento precoce.
Coordenação
O Programa Nacional de Rastreio Neonatal é coordenado pelo INSA, pela Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana.
Entre na conversa da comunidade