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Mais de metade das portuguesas procura online por sintomas íntimos

Estudo com 500 mulheres portuguesas mostra que mais de metade procura online por sintomas íntimos; 93% sentem-se desconfortáveis e 37,8% evitam o ginecologista por vergonha

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  • Estudo com 500 mulheres portuguesas, promovido pela Intimina, mostra que mais de metade recorre à internet para encontrar respostas sobre sintomas íntimos, sendo o online a primeira linha de consulta (56%).
  • Quase a totalidade das inquiridas (92,4%) já procurou informações online sobre saúde feminina pelo menos uma vez.
  • 93,8% consideram desconfortável falar de saúde íntima; 35,8% entendem o tema como tabu e 58% dizem que continua a ser tabu.
  • 37,8% admitiram ter evitado falar com o ginecologista por vergonha, indicando impacto do tabu na comunicação clínica.
  • As causas apontadas incluem falta de educação sexual, vergonha, tabu social, desinformação online e dificuldades de acesso a consultas.

Mais de metade das portuguesas recorre à internet para esclarecer dúvidas sobre sintomas íntimos, segundo um estudo recente. A pesquisa mostra que o online passou a ser a primeira linha de consulta para questões da saúde feminina, aliando redes sociais a fontes de informação.

O estudo, realizado junto de 500 mulheres portuguesas pela empresa de saúde feminina Intimina, revela ainda que 92,4% já procuraram informações online pelo menos uma vez. O tema permanece envolto em tabus que condicionam a comunicação sobre saúde íntima.

93,8% das entrevistadas considera desconfortável falar de saúde íntima, sobretudo por razões de tabu ou vergonha. O relatório associa o medo de estigma a limitações na partilha de experiências entre mulheres e no acesso a informações claras na imprensa.

O que mudou na consulta médica

Quase 38% das participantes já evitaram falar com o ginecologista por vergonha. O comunicado da pesquisa aponta que o tabu interfere na qualidade da comunicação clínica, mesmo com acesso a cuidados de saúde.

Causas do silêncio e do uso da internet

A investigação aponta múltiplos fatores para a falta de literacia em saúde íntima, incluindo a ausência de educação sexual nas escolas e a desinformação online. Contribuem ainda a vergonha social, a escassez de informação clara nos media e dificuldades de acesso a consultas. Nesta perspetiva, o online surge como recurso frequente para esclarecer sintomas e dúvidas.

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