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Falhas no INEM durante a greve de 2024 discutidas no Parlamento

Parlamento expõe falhas do INEM na greve de 2024, com atrasos no socorro e 12 mortes, agravando pressão política e mediática

Luís Mendes Cabral, presidente do INEM, na Comissão Parlamentar de Inquérito
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  • A comissão parlamentar de inquérito ao INEM foi criada após as greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar em outubro de 2024, que atrasaram a resposta do sistema e resultaram em 12 mortes durante a paralisação.
  • Os atrasos no atendimento e episódios mediáticos de alegadas falhas levaram à abertura do inquérito, que está a decorrer.
  • Nas audições, foram admitidas falhas no serviço de emergência, segundo os relatos das sessões.
  • O Inspetor-geral da Saúde, Carlos Carapeto, afirmou que o INEM teve conhecimento antecipado das greves de 2024, incluindo a de 4 de novembro, mesmo sem pré-aviso formal.
  • Carapeto sustentou que o instituto “falhou em toda a linha” e que houve falta de preparação para situações imprevistas, destacando a ausência de um histórico compreendido.

No Parlamento, situação das falhas do INEM durante a greve de 2024 foi debatida pela comissão de inquérito criada após as paralisações dos técnicos de emergência pré-hospitalar em outubro de 2024. A resposta do sistema de emergência esteve comprometida, com atrasos no atendimento que terão contribuído para 12 mortes durante a greve. O objetivo do inquérito é apurar as causas e responsabilidades, percorrendo as ocorrências em diferentes fases da paralisação.

O inquérito ouviu responsáveis, técnicos e gestores, que apresentaram dados sobre logística, preparação e coordenação. Além da gravidade operacional, debate-se o impacto mediático das situações de socorro e os mecanismos de alerta e gestão de crises. A investigação continua, com diversas audições programadas para esclarecer responsabilidades e alternativas de melhoria.

Declaração do inspector-geral da Saúde

O inspector-geral da Saúde, Carlos Carapeto, afirmou à comissão que o INEM teve conhecimento antecipado das greves de 2024, inclusive a de 4 de novembro, ainda que não tenha recebido aviso formal. Segundo o dirigente, o instituto falhou em vários aspetos, incluindo preparação para cenários imprevistos e mobilização de recursos. A avaliação aponta para lacunas negativas na resposta institucional. A comissão prossegue com o apuramento dos factos.

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