- Um doente morreu de madrugada no hospital Curry Cabral, em Lisboa, num quarto com outros três utentes.
- O cadáver permaneceu na cama ao lado dos restantes doentes, pelo menos até meio-dia.
- A remoção do corpo foi atrasada porque a família decidiu não avançar com a autópsia.
- A denúncia ao CM sustenta que a situação causa falta de respeito pelos outros doentes e familiares.
- O caso é descrito como uma situação de atraso na retirada do corpo e na gestão do quarto.
O cadáver de um doente permaneceu, durante várias horas, na cama onde estava internado, no hospital Curry Cabral, em Lisboa. A morte ocorreu de madrugada, e o hospital aguardou a decisão da família para avançar com a autópsia e retirar o corpo.
O quarto em que o falecido estava acolhia mais três utentes. Pelo meio-dia, o corpo continuava no mesmo leito, junto aos demais pacientes, sem que fosse removido. Denúncia recebida pela imprensa aponta para falta de respeito com os internados e com as famílias.
A denúncia indica que a retirada do corpo dependeu da decisão familiar de não realizar a autópsia. A situação gerou críticas ligadas à gestão de situações de morte dentro de unidades hospitalares, segundo a fonte conhecer o caso.
Desdobramentos
A denúncia foi encaminhada ao jornal local, que não identificou os signatários. Não foram fornecidos dados adicionais sobre resposta oficial do hospital nem sobre possíveis investigações internas ou procedimentos de melhoria.
Até ao momento, não foram apresentadas considerações oficiais sobre o episódio nem sobre políticas de gestão de óbitos no Curry Cabral. A matéria permanece em apuração.
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