- Os projectos-piloto de rastreio do cancro do pulmão avançam nas Unidades Locais de Saúde Gaia-Espinho e Santa Maria, em Lisboa.
- O financiamento é assegurado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) através da receita consignada do imposto sobre o tabaco.
- O despacho que define isto foi publicado no Diário da República e entra em vigor amanhã.
- Os projetos têm duração de doze meses.
Os projetos-piloto de rastreio do cancro do pulmão avançam nas Unidades Locais de Saúde de Gaia-Espinho e de Santa Maria, em Lisboa. O financiamento é assegurado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) através da receita consignada do imposto sobre o tabaco, conforme despacho publicado no Diário da República. O texto entrou em vigor amanhã.
O objetivo é testar a implementação de rastreios no nível local, com foco em diagnóstico precoce e melhoria de resultados para pacientes. Os projetos combinam ações de divulgação, rastreio e seguimento clínico, integrando equipas multidisciplinares.
Os dois locais elegíveis para o piloto são as ULS de Gaia-Espinho e a ULS de Santa Maria. O envio de fundos pela ACSS permite manter o programa durante o período experimental de 12 meses, com monitorização de indicadores de desempenho e de custos. A medida enquadra-se numa estratégia governamental de expansão dos rastreios oncológicos.
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