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País deve preparar-se para possível aumento do preço de medicamentos

Especialistas defendem subida futura dos preços dos medicamentos, com o governo a reiterar necessidade de estar preparado, enquanto Leiria recebe investimento de 7,5 milhões

A ministra da Saúde admitiu hoje que o preço dos medicamentos possa vir a sofrer uma actualização por causa da crise petrolífera
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  • O presidente da Apifarma disse que os preços dos medicamentos em Portugal vão ter de subir “mais tarde ou mais cedo”, devido à inflação e à pressão política.
  • A ministra da Saúde afirmou que, por enquanto, não há razão para uma preocupação maior com aumentos, mas o país tem de estar preparado.
  • O dirigente da Apifarma explicou que o custo de energia, derivados de petróleo e materiais como plástico, vidro e alumínio influencia diretamente os preços dos medicamentos.
  • Em Leiria, a ministra inaugurou a nova sala de Pacing e Electrofisiologia do hospital, num investimento de cerca de 7,5 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.
  • O projeto inclui tecnologia como cirurgia robótica, ressonância magnética e angiógrafo digital de tecto, visando reforçar as áreas cirúrgica e imagiológica da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria.

O presidente da Associação da Indústria Farmacêutica (Apifarma), João Almeida Lopes, alertou que os preços dos medicamentos em Portugal vão ter de subir mais tarde ou mais cedo. A afirmação vem associada à inflação e à pressão política que, na leitura da indústria, tendem a aproximar os preços europeus dos praticados nos Estados Unidos.

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse aos jornalistas que ainda não existe uma razão imediata para uma subida de preços, mas que o país tem de estar preparado. Abaixo de circunstâncias internacionais, reconheceu que o impacto da crise energética poderá afetar o setor, embora não esteja no imediato.

João Almeida Lopes explicou que custos como o petróleo, seus derivados e materiais de embalagem influenciam o preço final dos fármacos, bem como tarifas internacionais. As declarações foram citadas pelo jornal Eco.

Investimento na Saúde em Leiria

No Hospital de Leiria, Ana Paula Martins inaugurou uma nova sala de Pacing e Electrofisiologia no âmbito do projeto de modernização da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Leiria. O investimento rondou os 7,5 milhões de euros, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O financiamento permitiu a aquisição de tecnologia de cirurgia robótica com mesa operatória sincronizada, ressonância magnética e angiógrafo digital de tecto. A ULS afirma que a melhoria fortalece a capacidade instalada nas áreas cirúrgica e imagiológica, promovendo resposta assistencial mais diferenciada e inovadora.

A nova sala permite diagnóstico e tratamento mais preciso de arritmias cardíacas, bem como procedimentos minimamente invasivos com maior segurança. Facilita ainda a implantação e o acompanhamento de dispositivos cardíacos, e reduz transferências entre unidades de saúde, bem como tempos de espera para procedimentos especializados.

Antes da cerimónia, a ministra agradeceu o trabalho dos profissionais durante o mau tempo e entregou uma placa de reconhecimento pela dedicação e pela missão demonstradas para assegurar a continuidade dos cuidados e o apoio às populações.

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