- A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) vai manter a investigação à prontidão de resposta do INEM após a morte de uma utente no Seixal, Esperando três horas pelo socorro.
- A mulher morreu pela manhã após aguardar várias horas por uma ambulância do INEM, que só chegou após o óbito, conforme testemunhas.
- A autópsia ainda não foi concluída; os resultados serão divulgados assim que estiverem disponíveis e a IGAS pretende apurar falhas ou negligência.
- O Ministério da Saúde foi informado e acompanhará o processo para evitar que casos semelhantes se repitam.
- A comunidade local expressou indignação e aguarda conclusões transparentes e medidas para melhorar o sistema de emergência médica na região.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) anunciou que vai manter a investigação à qualidade da prontidão de resposta do Serviço de Emergência Médica (INEM) após a morte de uma utente que aguardou cerca de três horas pelo socorro no Seixal, na margem sul do Tejo. A autópsia ainda não está concluída.
Segundo a IGAS, o objetivo é apurar as circunstâncias da morte e avaliar o funcionamento do sistema de emergência e a resposta dos serviços de saúde. A vítima não teve a identidade divulgada, e a morte ocorreu na manhã de ontem, com relatos de que a ambulância só chegou ao local após o falecimento.
A situação gerou indignação na comunidade local, que questiona a eficiência do sistema de emergência e a capacidade de resposta do INEM na região. O Ministério da Saúde foi informado e garantiu acompanhar o processo, tomando medidas para evitar que casos semelhantes se repitam, conforme confirmou.
Investigação da IGAS continua
A família da vítima acompanha o processo e aguarda esclarecimentos sobre as circunstâncias que levaram à morte. A autópsia é vista como essencial para determinar as causas exatas e esclarecer dúvidas sobre o atendimento prestado pelo INEM. A IGAS deve divulgar os resultados finais assim que estiverem disponíveis.
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