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Manifestantes exigem solução para problemas no SNS

Manifestantes exigem respostas do Governo para a degradação do SNS, defendendo reforço, valorização dos trabalhadores e acesso universal sem discriminação

Manifestantes participam na concentração em frente ao Ministério da Saúde
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  • Cerca de 200 manifestantes concentraram-se em frente ao Ministério da Saúde, num protesto convocado pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, com participação de comissões de utentes e do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos.
  • Exigem respostas do Governo para os problemas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e defendem a valorização do SNS, lembrando o seu papel histórico, especialmente em crises como a pandemia.
  • A manifestação denuncia a degradação dos serviços, com listas de espera, quase dois milhões de utentes sem médico de família e casos de partos junto a estradas.
  • Criticam a ação do Ministério da Saúde e a suposta sobreposição do setor privado, apontando desinvestimento e más políticas de gestão como causas das dificuldades.
  • Participaram na iniciativa o PCP, entre outras entidades, destacando a importância dos profissionais de saúde e dos utentes na defesa do SNS, com pedidos de mais médicos, enfermeiros e melhores condições.

Cerca de 200 manifestantes participaram numa concentração junto ao Ministério da Saúde, no Dia Mundial da Saúde. Reivindicaram respostas do Governo para os problemas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e defenderam recursos para a saúde pública, sob o lema Defender e reforçar o SNS.

À frente da marcha esteve uma faixa com o lema Mais SNS para todos. O protesto foi organizado pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, com a participação de comissões de utentes da Saúde de várias regiões e do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP).

O coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, informou que o objetivo é exigir respostas do Governo. A resolução conjunta critica políticas que têm levado à degradação dos serviços públicos de saúde e perante o que chamam de desinvestimento, apontam a necessidade de valorizar o SNS.

Santana recordou dados do SNS, incluindo listas de espera e a falta de médicos de família, e denunciou que parte do orçamento da saúde fica através do setor privado. Afirmou que o Governo parece considerar a situação como estável, o que não corresponde à realidade.

O MUSP explicou que a participação na ação representa a defesa de um património comum dos portugueses, justificando a união entre profissionais e utentes para proteger o SNS. O porta-voz Humberto Costa reforçou que há hospitalização desafiadora e carências de valências ao lado de instituições privadas.

Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, comentou durante o protesto que é fundamental valorizar os profissionais de saúde e reconhecer o SNS como base da solução para os problemas de saúde da população. Enfatizou a importância dos utentes, que enfrentam longas esperas e dificuldades de acesso.

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