- Três meses após a morte de um utente que esperou três horas pelo INEM no Seixal, a situação continua a ser investigada.
- A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) está a investigar a qualidade da prontidão de resposta.
- O relatório depende do resultado da autópsia, que ainda não está disponível.
- A autópsia é considerada essencial para a elaboração do relatório final pela IGAS.
- O foco da investigação é a eventual falha no tempo de resposta e nos procedimentos do serviço de emergência.
Três meses após a morte de uma utente de saúde que esperou três horas pelo socorro do INEM no Seixal, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) mantém a investigação em curso sobre a qualidade da prontidão de resposta. A organização aguarda o resultado da autópsia para o relatório estruturar as conclusões.
Segundo fonte corporativa, o inquérito foca na rapidez de atuação dos serviços de emergência e na eventual cadeia de decisão que levou ao atraso no atendimento. As conclusões dependem, entre outros elementos, do exame post-mortem em curso.
O caso ocorreu no concelho de Seixal, em contexto de resposta a uma situação de emergência médica. A IGAS pretende apresentar um relatório completo, com dados verificados, após o resultado da autópsia que está a aguardar compartimento técnico.
Em investigação pela IGAS
O organismo destaca que a prioridade é clarificar as circunstâncias que mediaram o atraso no socorro. A autópsia deverá permitir identificar causas diretas da morte e eventuais fatores relacionados com a resposta do sistema de saúde.
As autoridades competentes não se pronunciaram sobre prazos de conclusão da investigação. A IGAS mantém o monitoramento da qualidade de resposta a emergências como objetivo de melhoria contínua.
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