- Os números totais da procriação medicamente assistida (PMA) subiram 7,1% desde 2017, impulsionados pelos centros privados onde as técnicas são mais utilizadas.
- Os centros privados registam números significativamente superiores aos do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
- As longas listas de espera no setor público dificultam o acesso para casais e mulheres sem parceiro, que podem recorrer a uma opção sem custos nos privados.
- A escassez de dadores de gâmetas é apontada como uma das razões para a menor procura pelo SNS.
- No SNS, a espera pode chegar a três anos e meio.
Os dados mostram que a procriação medicamente assistida (PMA) em Portugal subiu 7,1% desde 2017, impulsionada pela maior atividade em centros privados onde estas técnicas são aplicadas.
Os números registados nos privados são significativamente superiores aos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), refletindo uma oferta mais ampla de serviços e custos não cobertos pelo SNS.
As longas listas de espera no setor público atrasam o acesso de muitos casais e de mulheres sem parceiro que procuram soluções para a infertilidade sem encargos diretos.
O médico subespecialista em medicina da reprodução, Pedro Xavier, aponta ainda a escassez de dadores de gâmetas como uma das razões para a maior procura privada, enquanto o SNS admite tempos de espera de cerca de três anos e meio.
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