- Em 2025, o SNS realizou mais de 22 mil cesarianas, aumento de 5% face a 2024.
- As cesarianas passaram a representar 33,2% do total de partos no SNS.
- A região Norte registou dos piores resultados do país em termos de cesarianas.
- O Alentejo também apresenta taxas elevadas, contribuindo para os piores indicadores.
- O documento aponta riscos aumentados para mães e bebés associados a elevadas taxas de cesarianas.
O Serviço Nacional de Saúde registou um recorde de cesarianas em 2025, com mais de 22 mil operações realizadas nos hospitais públicos. A taxa de cesarianas atingiu 33,2% dos partos no SNS, em comparação com o ano anterior, com um aumento de 5%.
A região Norte ficou entre as piores do país em termos de cesarianas, contrastando com outras áreas onde as taxas estão a baixar ou a estabilizar. A notícia aponta para uma desigualdade regional no indicador.
Especialistas destacam que taxas elevadas de cesariana podem implicar maiores riscos para mães e bebés. O dado nacional continua a colocar o SNS sob escrutínio quanto a práticas de parto.
Regiões com piores resultados
Em 2025, o Norte registou uma das maiores fornecimentos de cesarianas, contribuindo para o peso global do SNS. O Alentejo também aparece entre as áreas com valores mais altos.
Os hospitais públicos são os principais intervenientes neste fenómeno, que afeta o conjunto de partos realizados no país. Os números oficiais aparecem como base para avaliações de políticas de saúde maternal.
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