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Cabo Verde nega surto de shigelose

Governo de Cabo Verde nega surto de shigelose; autoridades não receberam notificações oficiais e mantêm Cabo Verde como destino seguro, conforme ECDC

Autoridades de saúde europeias afirmam que turistas com infeções gastrointestinais passaram férias na ilha do Sal
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  • Cabo Verde nega qualquer surto oficial de shigelose no arquipélago, mesmo após o alerta do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC).
  • O ECDC revelou 766 casos de shigelose em turistas na região de Santa Maria, ilha do Sal, desde setembro de 2022, incluindo 12 portugueses.
  • O ECDC também contabilizou cerca de 300 casos de turistas com outras infeções gastrointestinais, como salmonelose, giardíase ou amebíase.
  • O Governo de Cabo Verde afirma que as medidas de higiene recomendadas pelo ECDC são adequadas para destinos turísticos internacionais e que o país tem vigilância sanitária ativa.
  • As autoridades locais reforçam que Cabo Verde continua a ser um destino seguro e confiável, sem notificações formais de foco epidemiológico por parte de organismos internacionais.

O Governo de Cabo Verde negou a existência de qualquer surto de shigelose no arquipélago. A posição foi transmitida ao CM pelo Instituto do Turismo de Cabo Verde, após a divulgação de recomendações do ECDC para viajantes.

Segundo o CM, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças indicou que houve mais de 700 casos de shigelose confirmados em turistas desde setembro de 2022, associados à zona de Santa Maria, ilha do Sal. Também foram registados cerca de 300 casos de outras infeções gastrointestinais.

Na mesma comunicação, o Instituto do Turismo assegurou que as autoridades de saúde não identificaram um surto oficial no país e não receberam notificações formais de organismos internacionais que apontem Cabo Verde como origem de um foco epidemiológico.

O ECDC informou ainda que, nos últimos anos, foram registados 766 casos de shigelose em turistas de vários países que passaram férias na zona de Santa Maria. Entre os casos, há 12 portugueses, além de turistas com outras infeções gastrointestinais.

Entre as recomendações do ECDC estão a lavagem das mãos, o consumo de bebidas engarrafadas e a ingestão de alimentos bem lavados ou cozinhados. O governo cabo-verdiano considera tais medidas adequadas para destinos turísticos internacionais.

Medidas e posição oficial

Cabo Verde afirma possuir um sistema de vigilância sanitária ativo, alinhado com padrões internacionais, e mantém a certificação de destino seguro e confiável. As autoridades destacam que não houve confirmação de surto no território.

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