- Manuela Lamas, de 73 anos, é médica de medicina geral reformada e vive em vila real.
- Foi uma das primeiras pessoas em portugal a assinar um testamento vital, em 2014, quando entrou em vigor.
- O documento foi renovado por três vezes desde então.
- Revela que o fim de vida a assusta pela possibilidade de estar num hospital dependente dos outros, em estado vegetativo.
- Ao preencher o testamento vital, quis evitar a imposição de terceiros e ter controlo sobre o final da vida.
Manuela Lamas, médica de medicina geral reformada com 73 anos e residente em Vila Real, foi uma das primeiras pessoas em Portugal a assinar um testamento vital. O documento entrou em vigor em 2014 e, desde então, foi renovado três vezes.
O tema do fim de vida acompanhava-a ao longo da carreira e da vida pessoal. A mulher afirmou ao Jornal de Notícias que temia a possibilidade de estar num hospital, dependente de terceiros, num estado que considerava indigno.
Ao ficar disponível o preenchimento de um testamento vital, Manuela Lamas decidiu formalizar o que defendia há anos: terminar os dias da forma que entendia, sem a imposição de intervenções por parte de terceiros que não pudessem interferir.
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