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Seis anos após o início da pandemia, urge reconhecer a covid longa em Portugal

Seis anos após o início da pandemia em Portugal, é urgente reconhecer a covid longa, com fadiga, falta de ar e alterações cognitivas, a nível clínico e institucional

A OMS estima que 65 milhões de pessoas em todo o mundo possam sofrer de “covid longa”
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  • Seis anos após o surgimento oficial da covid-19 em Portugal (2 de março de 2020), há apelos para reconhecer a covid longa.
  • Existem vários sintomas descritos da covid longa, que podem envolver diversos órgãos e sistemas, como fadiga, falta de ar e alterações cognitivas ou do sono.
  • Especialistas pedem o reconhecimento clínico e institucional da covid longa em Portugal, com caráter urgente.
  • O SARS-CoV-2 continua a fazer parte do conjunto de vírus que circulam regularmente no país.
  • O apelo é apresentar a covid longa como prioridade de saúde pública, sem avaliações adicionais.

Seis anos após o início da pandemia em Portugal, especialistas alertam para a necessidade urgente de reconhecer clinicamente a covid longa no país. O tema ganha relevância à medida que o SARS-CoV-2 convive com outras doenças respiratórias, mas com efeitos prolongados em alguns pacientes.

Existem atualmente diversos sintomas descritos como pertencentes à covid longa, afetando vários órgãos e sistemas. Entre eles aparecem fadiga, falta de ar e alterações cognitivas ou do sono, que persistem semanas ou meses após a infeção inicial.

Contexto

Em Portugal, os primeiros casos de covid-19 foram confirmados a 2 de Março de 2020. Seis anos depois, o vírus faz parte do conjunto de agentes que circulam regularmente na população, o que coloca a necessidade de reconhecimento institucional e clínico da covid longa no centro da agenda de saúde pública.

Especialistas e autoridades de saúde defendem abordagens estruturais para identificar, acompanhar e apoiar profissionais e doentes com sintomas prolongados. A posição visa facilitar diagnóstico, tratamento e acompanhamento multidisciplinar.

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