- O conselho directivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) decidiu manter a formação das equipas das viaturas médicas de emergência e renovar a acreditação de entidades externas para darem formação.
- A decisão contraria uma deliberação aprovada no início do ano, que tinha alterado o formato da formação.
- Trabalhadores do INEM alertam que chegaram a ser recusadas formações para equipas das viaturas médicas e ambulâncias.
- A polémica sobre a formação já gerou críticas internas e externas e provocou uma demissão.
- Menos de dois meses após a deliberação polémica, Luís Cabral recua e volta a sustentar a continuidade da formação e da acreditação externa.
O Conselho Directivo do INEM decidiu manter a formação das equipas das viaturas médicas de emergência e renovar a acreditação de entidades externas para ministrar esses cursos. A deliberação, tomada recentemente, contraria uma outra posição apresentanda no início do ano sobre o mesmo tema. A medida visa assegurar a continuidade da formação prática e a disponibilidade de cursos externos credenciados.
A decisão surge menos de dois meses após uma deliberação polémica que, segundo críticas, restringiu o portefólio formativo do instituto. Trabalhadores do INEM alegaram que formações cruciais chegaram a ser recusadas para equipas de viaturas médicas e ambulâncias. A situação provocou críticas internas e levou à demissão de uma figura ligada ao processo.
Luís Cabral recuou na posição anterior, sinalizando uma mudança de orientação por parte da direção do INEM. A mudança ocorre num contexto de contestação pública e interna às políticas de formação aplicadas ao instituto, com foco na disponibilidade de formação para os profissionais de emergência.
Reação dos trabalhadores e impactos
- A denúncia de recusa de formações persiste entre técnicos, que pedem maior clareza sobre critérios de creditação.
- Entidades externas acreditadas mantêm a oferta formativa, segundo o novo entendimento da direção.
- O objetivo é assegurar formação contínua das equipas, sem interromper o funcionamento das instituições de emergência.
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