- O estado de Portugal avalia a comparticipação do novo medicamento Voranigo para um tipo de cancro no cérebro.
- Um dos doentes em Portugal a poder beneficiar é André Ferreira, 35 anos, com glioma grau dois.
- O Voranigo usa a substância ativa vorasidenib, desenvolvido pela farmacêutica francesa Servier.
- O fármaco foi aprovado nos Estados Unidos em agosto de 2025 e, em setembro, pela Agência Europeia do Medicamento (EMA).
- O doente foi operado ao tumor no Hospital de São João, no Porto.
O Estado está a avaliar a comparticipação de um novo medicamento contra o cancro cerebral. O Voranigo, com a substância ativa vorasidenib, pode vir a estar disponível para pacientes em Portugal mediante decisão pública.
André Ferreira, 35 anos, é um dos doentes portugueses com glioma grau 2, tipo de cancro no cérebro para o qual o Voranigo surge como nova esperança terapêutica. O tratamento foi desenvolvido pela farmacêutica francesa Servier.
Este fármaco foi aprovado nos Estados Unidos em agosto de 2025 e, em setembro, pela Agência Europeia do Medicamento (EMA). A autorização ocorre num momento de debate sobre acesso a terapias inovadoras.
O hospital de referência em Portugal é o Hospital de São João, no Porto, onde o doente foi operado. A administração hospitalar e autoridades de saúde discutem custos, critérios de elegibilidade e impacto orçamental.
A análise em curso visa definir se o Estado comparticipará o Voranigo para pacientes com glioma grau 2. A decisão depende de evidência clínica, custos e disponibilidade de alternativas terapêuticas.
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