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Ordem alerta que regras para manter médico de família podem excluir utentes

Ordem dos Médicos alerta para risco de exclusão de utentes com necessidades reais devido às novas regras do Registo Nacional de Utentes, após mais de 262 mil registos por atualizar

Colégio de Medicina Geral e Familiar diz ser necessário que se esclareça o que significa, na prática, o conceito de “contacto com o SNS”
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  • A Ordem dos Médicos alertou para o risco de exclusão e quebra da continuidade de cuidados devido a mudanças no Registo Nacional de Utentes e nas regras de inscrição nos cuidados de saúde primários.
  • São mais de 122 mil utentes que não recorrem ao Serviço Nacional de Saúde há cinco anos, em situação que pode levar à perda do médico de família segundo o despacho publicado no Diário da República.
  • A OM identificou lapsos processuais que podem comprometer direitos fundamentais e a missão do SNS, solicitando clarificação sobre o conceito de “contacto com o SNS”.
  • O registo actualizado é uma condição para manter o médico de família, com mais de 262 mil utentes sem atualização segundo a denúncia.
  • A comunicação foi feita pelo Colégio de Medicina Geral e Familiar da Ordem dos Médicos, em nome do grupo profissional.

A Ordem dos Médicos emitiu hoje um comunicado alertando para o risco de exclusão de utentes com necessidades reais devido às novas regras de organização do Registo Nacional de Utentes (RNU). A mudança, publicada no Diário da República, poderá afetar a inscrição nos cuidados de saúde primários.

O Colégio de Medicina Geral e Familiar (MGF) aponta fragilidades no despacho, que coloca mais de 122 mil utentes sem registo ativo no SNS há cinco anos (desde a pandemia) em risco de perder o médico de família. A OM questiona várias situações previstas no texto.

Mais de 262 mil utentes não têm o registo atualizado, condição para manter o médico de família, segundo a instituição. A OM sustenta que não ter contacto com o SNS não implica, necessariamente, ausência de necessidades de saúde.

A Ordem identifica lapsos processuais no diploma e afirma que estes podem comprometer direitos fundamentais e a missão do SNS. O organismo solicita clarificações sobre o conceito de “contacto com o SNS”.

Em comunicado, a OM sublinha a importância de garantir continuidade de cuidados e evitar potenciais quebras no acesso aos cuidados primários, sobretudo para quem tem necessidades reais.

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