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Urgências regionais: avanços, encerramentos e modelo para a falta de médicos

Urgências regionais de obstetrícia arrancam no Beatriz Ângelo; modelo visa resolver a falta de médicos e estender-se a outras especialidades

Equipas de obstetrícia de duas ou mais unidades locais de saúde ficam concentradas em apenas um hospital, não haverá urgências rotativas
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  • A primeira urgência regional de obstetrícia começa na próxima segunda-feira no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures.
  • O modelo já tinha sido anunciado no Verão do ano passado e vai servir, na prática, para outras especialidades.
  • O objetivo é enfrentar a falta de médicos no Serviço Nacional de Saúde, organizando serviços de forma regional.
  • O texto aborda onde vai funcionar, quais serviços podem encerrar e o que as grávidas devem fazer em caso de urgência.
  • A imprensa descreve que equipas de obstetrícia de várias unidades locais ficarão concentradas num único hospital, sem urgências rotativas.

A primeira urgência regional de obstetrícia arrancará na próxima segunda-feira no Hospital Beatriz Ângelo, em Loures. O modelo surge para enfrentar a falta de médicos no SNS e vai concentrar equipas de várias unidades locais de saúde num único hospital. Não haverá rotatividade de urgências entre unidades.

O objetivo é manter serviços de obstetrícia ativos, mesmo com menos profissionais disponíveis, assegurando atendimento de urgência a grávidas. O Hospital Beatriz Ângelo recebe profissionais de outras ILs e reorganiza rotas de atuação para responder a situações críticas.

A ministra da Saúde afirmou que o modelo de urgências regionais de obstetrícia servirá também para outras especialidades. A medida foi anunciada no contexto de persistente escassez de médicos e pretende consolidar equipas numa estrutura estável, com prioridades definidas.

A implementação envolve encerramento temporário de algumas urgências em unidades locais, com encaminhamento de casos para o hospital-alvo. Em caso de urgência obstétrica, as grávidas devem dirigir-se ao hospital designado pelo sistema de emergência.

Como funciona o novo modelo

As equipas de obstetrícia de duas ou mais unidades locais vão ficar concentradas num único serviço. A organização visa reduzir dispersões de recursos humanos e melhorar a resposta a situações críticas. O formato não prevê rotativas entre unidades.

Para as pacientes, a mudança implica seguir as indicações de encaminhamento definidas pelas autoridades de saúde. O objetivo é manter a qualidade do atendimento em situações de risco, com resposta rápida no hospital escolhido.

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